Meu Gostoso Meio-Irmão - Capitulo Três

Um conto erótico de Gutto
Categoria: Homossexual
Data: 14/05/2019 17:41:42
Nota 10.00

Capítulo Três

O início das aulas foi exatamente do jeito que eu esperava. Eric me ignorado sempre que estávamos na mesma classe ou no refeitório. As meninas e alguns meninos se reuniam em torno dele onde quer que fosse, e ele instantaneamente se tornou popular quando mal teve que dizer uma palavra. Provavelmente o acontecimento menos surpreendente foi a reação cobiçosa de Victor para ele.

— O que você acha, quanta chance eu tenho?

— De quê?

— De pegar Eric.

— Não me envolva nesse empreendimento, por favor.

— Por que não? Eu sei que você não se dá bem com ele, mas você é minha única ajuda.

— Ele me odeia. Como é que eu vou ser capaz de ajudá-lo com isso?

— Você poderia me convidar para sua casa, fazer com que todos estejamos na mesma sala e, em seguida, nos deixe sozinhos.

— Eu não sei. Você não entende como ele é.

— Quero dizer, eu sei que você não se dá bem com ele, mas realmente te incomoda se eu tentar fazer um movimento? Isso pode realmente ajudar o seu relacionamento com ele, se nós acabarmos saindo.

— Eu não acho que Eric é o tipo que namora.

— Não... Ele é a porra do tipo fodido e isso é bom para mim, também. Eu fico com isso.

Meu coração estava batendo mais rápido, e eu me odiava por isso.

Toda vez que Victor trazia isso, me fazia ficar com um ciúme doentio. Era como uma luta secreta. Eu estava constantemente lutando. Eu nunca poderia admitir isso para ninguém. A parte que me incomodava mais não estava clara. Era o pensamento do meu amigo transando com Eric chegando a tocá-lo e viver a minha escura fantasia? Isso me

incomodava, com certeza, mas eu acho que o que me chateou mais foi o pensamento de Eric conectado em um nível mais profundo com outra pessoa enquanto ele continuava aparentemente me desprezando.

Eu odiava me importar.

Levantei minha mochila do meu armário. — Você está louco. Será que podemos mudar de assunto?

— Tá bem. Ouvi que Bentley quer te convidar para sair.

Eu bati o armário fortemente por causa dessa notícia. — De quem?

— Ele falou com meu irmão sobre isso. Ele quer te chamar para ir ao cinema.

Bentley era um dos caras populares e era bissexual. Eu não conseguia entender por que ele estaria interessado em mim, já que ele geralmente saía com garotas e garotos que eram do seu próprio grupo de fãs. Eu realmente não pertenço a nenhum grupo. Havia as pessoas como Bentley, da parte mais rica da cidade, que viviam em panelinha. Depois, havia os artistas e teatrais. Então, você tinha os intercambistas internacionais. Depois, havia aqueles que eram apenas populares porque eles eram de boa aparência, intrigantes ou interpretavam um papel (Eric). Victor e eu estávamos no nosso próprio tipo de classificação. Nós nos dávamos bem com todo mundo, tirávamos boas notas e ficávamos fora de problemas.

Ao contrário do meu melhor amigo, porém, eu era virgem. Eu só tive um namorado, Gerald, que acabou terminando comigo porque eu não deixava que ele brincasse com minha bunda. A notícia que se espalhou é que eu era virgem e algumas pessoas fizeram piada sobre isso nas minhas costas. Quando eu ainda via Gerald nos corredores de vez em quando, eu tentava evitá-lo.

Victor estalou seu chiclete. — Então, de qualquer maneira, se ele te convidar para sair, devemos convidar Eric. Ele poderia ir comigo, e você poderia ir com Bentley. Nós poderíamos ir ver esse novo filme de terror.

— Não, obrigado. Viver com Eric é tudo o que eu preciso de assustador.

*************************

Minhas palavras voltariam para me assombrar na manhã seguinte. Eu estava me vestindo para a escola, e quando eu abri minha gaveta de cuecas, ela estava vazia.

Eu coloquei uma calça de moletom e marchei até o quarto de Eric, que estava colocando uma camisa.

— O que diabos você fez com as minhas cuecas?

— Não parece bom quando alguém pega as suas merdas, não é?

— Eu peguei uma caixa de cigarros por menos de cinco minutos e te devolvi. Você levou cada cueca que eu tenho! Há um pouco de diferença aí.

Eu não podia acreditar que eu pensei que ele não ia se vingar de mim por isso. Ultimamente, ele estava me ignorando mais do que o normal, e eu achei que tudo tinha sido esquecido.

Comecei a mexer em suas gavetas. Puxei rapidamente a minha mão quando toquei numa caixa de preservativos.

— Você pode olhar aqui o dia todo até que o sol se ponha. Elas não estão aqui. Não desperdice o seu tempo.

— É melhor você não ter jogado fora!

— Elas eram algumas peças boas. Eu não poderia fazer isso.

— Isso é porque elas custam uma fortuna.

Boas cuecas eram provavelmente as únicas coisas que eu gastava. Cada uma delas veio de uma loja de cara. Quando eu me ajoelhei para olhar debaixo da cama, ele riu. — Você esta mostrando o rego, por sinal.

Eu pulei para cima e apertei os dentes. — Isso é o que acontece quando você não tem nenhuma porra de cueca!

Eu queria tanto bater nele, mas só faria isso pior.

Levantei-me para encará-lo.

Eric me deu uma rápida olhada de cima a baixo. — Você vai têlas de volta quando eu estiver pronto para dá-las a você. Agora, se você me der licença... — Ele passou por mim e desceu as escadas.

Eu nem sequer me incomodei em detê-lo, porque ele não ia ceder.

Parei numa loja a caminho para a escola e comprei cuecas mais baratas até que eu pudesse descobrir como pegar as minhas de volta. Eu voltei da escola naquele dia realmente ansioso. Entre a minha falta de cueca e ser convidado para sair por Bentley, eu estava com uma séria necessidade de sorvete, não qualquer sorvete, mas o tipo caseiro que eu fazia, ocasionalmente, na máquina que eu ganhei no Natal do ano passado.

Joguei todos os pedaços de sobras de doces de Halloween nela e acabou sendo uma mistura deliciosa de Snickers, chocolate com castanha e uma base de baunilha.

Uma vez que ele estava pronto, sentei-me no balcão com a minha

tigela gigantesca e fechei os olhos, saboreando cada mordida.

A porta da frente bateu e, pouco depois, Eric entrou na cozinha. O cheiro de cigarros e colônia flutuava no ar. Eu odiava seu cheiro.

Porra, eu adorava o seu cheiro, queria me afogar nele.

Como de costume, ele me ignorou, indo para a geladeira, pegou o leite e bebeu direto da caixa. Ele olhou para o meu sorvete e se aproximou de mim, pegando a colher da minha mão. Ele colocou-o na boca, devorando uma enorme quantidade. O metal da sua argola labial bateu contra a colher que ele lambeu até que estava limpa. Minhas entranhas tremiam apenas assistindo. Em seguida, ele entregou a colher de volta para mim. Sua língua levemente roçou os dentes como uma cobra. Até seus dentes malditos eram sexy.

Ele abriu a gaveta e pegou outra colher para si. Nós dois começamos a comer da minha tigela, em silêncio. Uma coisa tão simples, mas meu coração estava batendo a mil por hora. Esta foi a maior quantidade de tempo que ele já tinha, de bom grado, me dado da sua presença.

Finalmente, no meio de uma mordida, ele olhou para mim. — O que aconteceu com o seu pai?

Eu engoli o meu sorvete e tentei lutar contra as emoções subindo. Sua pergunta me pegou totalmente desprevenido. Eu descansei minha colher na tigela. — Ele morreu de câncer de pulmão aos 35 anos, ele fumava desde que tinha 12.

Ele fechou os olhos brevemente e assentiu para si mesmo em entendimento. Ele, obviamente, agora entendia porque eu odiava tanto o tabagismo.

Após alguns segundos de silêncio, em que ficou olhando para a tigela, ele disse: — Eu sinto muito.

— Obrigado.

Continuamos compartilhando o sorvete até não sobrar nada. Eric pegou a tigela de mim, lavou-a na pia, a secou e guardou. Ele então foi lá para cima, sem dizer mais nada.

Eu fiquei lá embaixo na cozinha sozinho por um tempo repetindo esse estranho encontro. Seu interesse por meu pai realmente me surpreendeu. Eu também pensei novamente sobre quando ele lambeu minha colher e como eu me senti quando eu a lambi depois.

Meu telefone tocou. Era uma mensagem de Eric.

Eric: Obrigado pelo sorvete. Estava muito bom.

Quando voltei para o meu quarto naquela tarde, uma única cueca estava cuidadosamente dobrada no meu armário. Se esta fosse a sua versão de estender uma bandeira branca, eu ia aceitá-la.

O “doce” Eric durou pouco. Poucos dias depois do nosso social do sorvete, ele apareceu no café onde eu trabalhava bem no meio do horário mais corrido após a escola. O Kilt Café era na rua do nosso colégio e servia sanduíches, saladas e café.

Se Eric aparecendo não fosse o suficiente, ele também trouxe com ele, provavelmente, o gay mais bonito de toda a escola. Luke era loiro e alto, com uma bunda grande. Ele era o oposto de mim. Eu tinha um corpo mais magro. Meu cabelo caramelo era um pouco grande e simples, ao contrário do seu sedoso e arrumado. Você poderia achar que ele era um puto por causa de sua aparência, mas ele era realmente muito legal.

Luke acenou.

— Ei, Gutto.

— Ei, — eu disse enquanto eu colocava os menus na sua mesa.

Eric me deu um olhar fugaz, mas estava tentando não me reconhecer. Eu não acho que ele sabia que eu trabalhava lá, porque eu nunca disse a ele.

Uma pontada de ciúme me bateu quando notei Eric travando as pernas de Luke com as suas de baixo da mesa.

Eu não tinha certeza se Luke sabia que ele era meu meio-irmão. Eu nunca falei sobre ele para as pessoas na escola e percebi que ele nunca falou de mim, também.

— Eu vou dar aos dois alguns minutos, — disse antes de caminhar de volta para a cozinha. Eu vi quando Luke o alcançou através da mesa e deu um beijo em seus lábios. Senti-me mal. Ele puxou o seu anel labial com os dentes. Parecia que ele poderia ter ronronado. Ugh. Eu nunca quis tanto desaparecer no ar.

Eu relutantemente caminhei de volta para eles. — Já decidiram o que vocês querem?

Eric olhou para o menu que listava os pratos especiais do dia e sorriu. — Qual é a sua sopa do dia?

— Galinha.

— Isso não está correto. Você está deturpando isso.

— É a mesma coisa.

Ele repetiu: — Qual é... A sopa... Do dia?

Olhei para ele por um longo tempo e duramente, então apertei o meu queixo — Sopa Cock a Leekie. — O proprietário era da Escócia, e, aparentemente, essa era uma especialidade lá.

Ele abriu um sorriso travesso. — Obrigado. Eu vou querer a sopa Cock. Luke?

— Eu vou ficar com a salada, — disse ele, olhando entre mim e

Eric confuso.

Eu tomei meu tempo antes de trazer-lhes a comida. Não importava para mim se a sopa estava fria.

Depois de alguns minutos, Eric ergueu o dedo indicador para eu ir até a mesa.

— Sim? — Eu bufei.

— Está sopa está ruim. Também está fria e sem graça. Você pode, por favor, substituí-la e pedir ao cozinheiro para realmente colocar algum sabor nela?

Parecia que ele estava sufocando uma risada. Luke estava sem palavras.

Levei a sopa de volta para a cozinha e joguei-a violentamente na pia junto com o copo de cerâmica. Em vez de falar com o chef, eu tive uma ideia e decidi levar isso em minhas próprias mãos. Peguei a panela e coloquei mais sopa em um novo prato. Abri uma garrafa de molho picante e derramei generosamente na sopa.

Estava bem quente em mais de um sentido agora. Voltei para fora e coloquei cuidadosamente em frente a Eric.

— Algo mais?

— Não.

Voltei para a cozinha e esperei no canto para vê-lo. A antecipação estava me matando. Sua língua iria praticamente cair quando ele tivesse um gostinho da minha especialidade.

Eric tomou a primeira colherada. Ele não teve nenhuma reação.

Como pode ser isso?

Ele pegou outra colherada e então seus olhos me procuraram.

Sua boca se curvou em um sorriso malicioso antes que ele tomasse outra colherada e começasse a tomar a sopa como uma bebida. Ele limpou a boca com as costas da mão, sussurrou algo para Luke e se levantou.

Luke estava de costas para mim quando Eric se aproximou e me arrastou pelo braço para o corredor escuro que levava aos banheiros. Ele me jogou de costas contra a parede.

— Você acha que você é tão esperto? — Meu coração estava batendo no meu peito.

Sem palavras, eu balancei a cabeça enquanto ele disse, — Bem, a piada é sobre você.

Antes que eu pudesse responder, Eric agarrou meu rosto com as duas mãos e esmagou seus lábios nos meus. O metal de seu anel labial raspou minha boca, enquanto ele abriu com a língua faminta e começou a me beijar profundamente. Eu gemia em sua boca, ao mesmo tempo chocado e animado com a emboscada de sua língua quente me agredindo. Meu corpo tremia. Ele cheirava incrivelmente bem. Eu senti como se fosse entrar em colapso a partir da sobrecarga sensorial. Em poucos segundos, o calor do molho picante em sua língua começou a penetrar na minha, que agora estava em chamas. Mesmo que parecesse que minha língua estava prestes a cair, eu não queria me afastar.

Eu nunca tinha sido beijado assim.

Então, sem mais nem menos, ele arrancou sua boca da minha.

— Não aprendeu até agora a não se meter comigo?

Ele foi embora, e eu fiquei ofegante no corredor com minha mão sobre o peito.

Puta merda.

Minha boca estava pegando fogo, juntamente com todos os outros orifícios. Eu estava latejando entre minhas pernas. Quando eu finalmente ganhei compostura o suficiente para andar de volta para fora, percebi que precisava voltar em sua mesa em algum momento. Decidi acabar com isso logo e levei a conta na pasta de couro para a sua mesa, colocando-a na frente de Eric sem fazer contato visual. Ouvi-o dizer a Luke para esperá-lo lá na frente e que ele cuidaria de tudo. Ele enfiou a mão no bolso e colocou algo na pasta e, logo depois, saiu.

Ele provavelmente nem sequer me deixou uma gorjeta. Abri e engasguei quando, juntamente com uma nota de vinte dólares, estava a minha cueca preta da Calvin Klein favorita e escrito a caneta na conta:

Fique com o troco, ou melhor, troque para esta. Eu estou supondo que as suas atuais estão um pouco meladas.

Comentários

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15/05/2019 10:47:37
Estou amando 😍
15/05/2019 08:37:41
vívidas*. ... Gutto*
15/05/2019 08:37:01
Uau! A narrativa está muito boa e excitante... As descrições são tão vividas q a gente quase consegue se sentir como o Futuro.
15/05/2019 08:00:35
Muito bom.Continua.🤗
15/05/2019 07:23:44
Continua logo está demais
15/05/2019 05:59:47
Por favor
15/05/2019 05:59:38
Poste mais.
15/05/2019 05:59:25
Esse jogo de caça e caçador é tão prazeroso quanto sensual.
15/05/2019 05:58:46
Bem interessante. Continua.
15/05/2019 04:48:03
Tá ficando ótimo! Continue rsrsrs
15/05/2019 01:55:51
C A R A L H O
15/05/2019 01:26:18
LEIA-SE 'ODIANDO' ONDE SE LÊ 'DIANDO'.
15/05/2019 01:25:39
MAS QUE GRANDE MERDA. VC JÁ ESTÁ CAÍDO POR ERICK. ELE VAI FAZER DE VC GATO E SAPATO E O PIOR DE TUDO É QUE VC VAI DEIXAR E GOSTAR. ESTOU DIANDO O ERICK E VC COM CERTEZA TB. COMO DISSE DOIS BABACAS. MAS ESTÁ ÓTIMO. SE NÃO ME FALHA A MEMÓRIA DIZ O VELHO DITAO: "QUEM DESDENHA QUER COMPRAR". ESPERO UMA REAÇÃO SUA A ALTURA. NÃO DEIXE ERICK T USAR E ABUSAR. QUANTO A LUKE, CREIO QUE VAI TE CAUSAR MUITO CIÚME. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS VEREMOS... GOSTARIA QUE O AUTOR DESSE UM FEEDBACK DOS COMENTÁRIOS AOS COMENTÁRIOS POSTADOS. ISSO ESTIMULA A COMENTAR MAIS E MAIS.
15/05/2019 01:24:32
Gostei do beijo! Eric está tão interessado em Gutto quanto esse nele. Avante!
14/05/2019 22:43:49
Está esquentando as coisas
14/05/2019 22:41:23
Continua por favor!!!! Está ótimo!
14/05/2019 20:16:57
Continua plis
14/05/2019 20:01:04
Tá pior que a HBO! Me matando de ansiedade. Quero a temporada toda kk
14/05/2019 19:00:06
Já quero continuação.
14/05/2019 18:27:53
Ridículo o guri e.e..... Mas a história tá ótima =v

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