UMA CABELEIREIRA DIFERENTE (Parte 4)

Um conto erótico de Daniel
Categoria: Homossexual
Data: 17/12/2018 22:06:28
Última revisão: 17/04/2019 23:31:40
Nota 10.00

Será que eles haviam percebido que eu não era uma garota? Fiquei muito tímida, e minha amiga foi contornando a situação. Em dado momento, depois da segunda ou terceira cerveja, Isabelle foi direta com eles, afirmando que nós duas eramos transexuais e que eu estava no início da minha transição.

Ao escutar minha amiga, pensei que os homens sairiam correndo da nossa mesa, mas não foi isso que aconteceu. Eles, na verdade, se interessaram ainda mais por nós. Disseram que já desconfiavam e que curtiam travestis. Um deles, chamado Miguel, começou a alisar minhas pernas, de forma bem carinhosa. Nossa mesa ficava no canto do restaurante, num lugar mais afastado, e Miguel soube se aproveitar disso. Sua mão foi deslizando pelas minhas pernas até encontrar minha calcinha fio-dental e sentir que algo se avolumava por baixo daquele pequeno tecido rendado. Ele foi tocando, acariciando, sentindo-me. Seu dedo foi puxando a calcinha para o lado, tocando no meu anelzinho, penetrando-me. Calada, eu fui deixando, e gostando, como uma putinha submissa. Meu cuzinho relaxava e o dedinho daquele macho me possuía por completo, mais e mais, como se estivesse apossando-se do meu corpo.

Vi um sorriso maroto na boca de Isabelle, ela estava vendo tudo, e aprovava. Mas seu sorriso não demorou muito, porque Bruno, o macho que estava ao seu lado, passou a beijá-la com sofreguidão, um beijo de língua e saliva, muito suculento. O clima estava aumentando no restaurante e eu, vendo que a situação estava quase fora de controle, pedi para ir ao banheiro.

Fui andando e quase entrei, por hábito, no banheiro masculino, mas, ao olhar para minhas pernas, lembrei da minha mais nova condição de menininha. No banheiro, uma garota retocava a maquiagem e passou a olhar para mim de uma forma estranha. Será que tinha notado algo? Fui retocar o batom que Isabelle havia deixado comigo, junto com uma pequena bolsinha, e devo ter me atrapalhado um pouco, porque a garota da maquiagem se ofereceu para me ajudar e eu deixei. Ela comentou que eu estava muito atraente, mas que tinha que aprender a passar o batom de forma mais suave, para não ficar vulgar. Aceitei suas recomendações e fui para o box do banheiro mijar. Pela primeira vez, num banheiro público, tive que mijar sentada, para que ninguém percebesse a situação. Quando tirei a calcinha fio-dental, vi que o meu pau já tinha melado ela bastante. Eu quase havia gozado por conta dos toques de Miguel. Pensei que deve ser assim que as meninas se sentem quando gozam. Repeti para mim mesma: "Eu estou molhadinha, como uma garota de verdade".

Minha ilusão, porém, não demorou muito. Sai do box e a moça da maquiagem comentou que, se fosse uma menininha como eu, mijaria em pé. Disse que tinha inveja de nós trans por termos a beleza das mulheres e a ferramenta dos homens. Eu corei, na hora, e ela disse para eu não ter vergonha, falou que era feminista e adorava as transexuais. Sem saber o que falar, agradeci e perguntei se ela queria sentar na nossa mesa. Ela, então, se apresentou, falou que se chamava Alice e era maquiadora e cabeleireira profissional. Trabalhava no mesmo salão da minha amiga Isabelle. Olhei para ela com mais calma, e percebi que já conhecia aquele rosto.

Lembrei dos dois homens na nossa mesa, e fiquei pensando se aquele convite estava adequado, o que ela faria na nossa mesa? Sem saber o que fazer, contei a situação para ela. A garota me disse para relaxar, já sabia que Isabelle era uma cachorra safada, e não se importava, até estava com vontade de arrumar algo sem compromisso. Ela falou: “Sabe, amiga, já faz uns dois meses que não transo, eu bem que estou precisando. Tô com desejo de uma coisa grande e grossa. Então, quem sabe?”.

Quando ela disse isso, tive vontade de desfazer o convite, Alice era mulher de verdade, tinha um corpo magrinho e bem torneado. Quando aqueles homens vissem ela, iriam me deixar de lado. Eu me senti como uma mulher-genérica, mas continuei educada, caminhando em direção a mesa e oferecendo para Alice um lugar para sentar.

Isabelle, ao vê-la, ficou supercontente e começou a cochichar no seu ouvido algum segredo. Foi, então, que meu espanto se tornou ainda maior: minha amiga e Alice começaram a se beijar na frente de todos como se fossem um casal de lésbicas. Elas, então, explicaram que já haviam tido alguns encontros descomprometidos, mas, como Alice preferia homens e não queria assumir nada sério com uma trans, foram só algumas transas casuais.

Depois de tantas surpresas e algumas cervejas, combinamos de irmos todos para a casa de Isabelle. Eu era a que mais tinha bebido, pois precisava me preparar, psicologicamente, para uma orgia inusitada. Eu transaria, pela primeira vez, como uma mulher, no meio de outras três pessoas. Alice e Isabelle notaram meu nervosismo e se aproximaram de mim, ajeitando meu cabelo, me elogiando, e dizendo que eu estava realmente fabulosa e que não precisava ter medo. Elas duas iriam me proteger se algo desse errado e minha identidade estaria resguardada. As duas me acariciaram e me beijaram na boca, fazendo com que eu relaxasse completamente. Depois, foi a vez de Miguel se aproximar de mim e dizer que só faríamos aquilo que eu quisesse. Tudo isso fez com que eu me sentisse segura. Aceitei o que estava por vir e fui eu que, fazendo a voz mais feminina de que era capaz, pedi a conta ao garçom, demonstrando que estava começando a me acostumar com a minha mais nova condição.

Segurando nas mãos de Alice e de Miguel, fui andando até a casa da minha amiga. Na frente, Isabelle e Bruno andavam agarradinhos. De vez em quando, as mãos de Bruno tocavam nas nádegas da minha amiga e ela sempre aprovava com um sorriso e depois dizia: “Para, seu safadinho”. Eu não devo negar que estava muito excitada, meu volume parecia querer sair de dentro da saia, rompendo a calcinha de renda que o obrigava a ficar no mesmo lugar.

Finalmente, chegamos. E, em pouco tempo, quatro corpos quase nus se posicionaram ao redor de mim, pedindo para que eu tirasse a roupa. Deixei que minhas amigas me desnudassem, com vergonha que vissem que meus seios eram pequenos, de mocinha, e meus ombros um pouco largos. Não comentaram nada, apenas me abraçaram. Miguel veio por trás, e senti um membro grande tocando nas minhas nádegas, avolumando-se. Era um membro rígido, grosso, e eu não precisava vê-lo para saber que era imenso, tamanho foi o vigor com que Miguel apertou seu corpo contra o meu. Seu pau grudava-se nas minhas nádegas, aumentando ainda mais o meu tesão.

Na minha frente, Isabelle beijava-me e encostava seu membro no meu, espada com espada, ambas muito excitadas, um pau parecia querer vencer o outro naquele roçar gostoso. Minha língua era sorvida por ela e eu tentava corresponder, fazendo o mesmo.

Na cama, Bruno e Alice já se pegavam. Ela havia sentado encima dele só de calcinha e prometia cavalgar no seu pau, enquanto o segurava nos braços. Escutei quando ela falou: “Você será só meu, tá entendendo?” Alice foi tirando a calcinha, e começou a cavalgar, a xana bem enfiada naquela pica, aos poucos ia aumentando os movimentos. Repetiu a frase: “Você será só meu, tá entendendo?”

Mal pude observar Alice foder, porque Isabelle segurou na minha mão, chamando-me para junto dela. Queria dividir comigo o membro descomunal de Miguel. Aquele era meu primeiro homem e eu deveria aproveitar por completo. Ela foi me ensinando, primeiro você vai beijando a cabecinha, acariciando devagar, e depois vai penetrando mais fundo, tentando chupar o pau inteiro, até o final. Isabelle ensinava não só com palavras, mas com ações. Ela enfiava até o final, garganta profunda, e só soltava quando perdia o fôlego, já salivando. Ensinou-me: “É como um mergulho em águas profundas, tenta você, coloca a boquinha até o final e tenta segurar”. Fiz o que ela pediu. Primeiro beijei o pau, chupei devagar e depois coloquei a boca toda, ao máximo, até ficar sem ar. Quando eu soltava aquele pau, um fio de baba sempre escorria pelo meu rosto, como um sinal do meu esforço.

Depois era a vez de colocar a língua naquele cuzinho, tínhamos que agir como duas cachorrinhas, sem nojo, apenas instintivas. Não foi difícil: o bumbum de Miguel era depilado e musculoso, limpinho, e no rosto dele uma expressão de prazer se acendeu quando comecei a chupá-lo como uma cadelinha. Eu era uma cadelinha que adorava chupar o cuzinho do seu macho.

Isabelle me pediu para colocar meus dedinhos, queria saber a reação dele, coloquei um dedinho, e ele continuava com uma expressão de prazer no rosto. Olhei para Isabelle e ela parecia estar gostando daquilo que via. Pediu para que eu colocasse, com lubrificante, um segundo dedinho no cu daquele macho e eu obedeci. Ele continuava gostando. Eu fui alternando as chupadas e os dedinhos e notando que aquele macho gostava de ser passivo.

Vendo aquela reação, o pau de Isabelle estava todo acesso, duro, apontando em direção a bundinha de Miguel. Ela me disse: “Prepara ele direitinho, amiga, deixa esse macho prontinho para receber a minha rola. Coloca três dedinhos nesse cuzinho e depois vai lá pra frente para ele te comer. Implore para que ele coma o seu rabo como uma putinha. Você deve dizer ‘sou tua cachorrinha e preciso ser preenchida. Por favor, come o meu rabinho’”. Fiz o que Isabelle pediu e, depois de deixar três dedinhos bem atoladinhos no cuzinho de Miguel, engatinhei como uma cachorrinha para frente dele e disse, exatamente, o que Isabelle havia ordenado: “Sou tua cachorrinha e preciso ser preenchida. Por favor, come o meu rabinho”.

Miguel fingiu não ter escutado e eu, rebolando e piscando a minha bundinha, tive que repetir: “Sou tua cachorrinha e preciso ser preenchida. Por favor, come o meu rabo”. Miguel, então, não se fez de rogado e foi enfiando toda a sua rola no meu cuzinho. Para não doer, fui piscando, e me esforcei ao máximo para me manter bem relaxada. De repente, senti que Miguel não conseguia se conter, sua rola batia no meu cuzinho com força e ele parecia urrar de dor. Olhei para trás, sem entender, e vi que, na verdade, era Isabella quem estava no controle. Minha amiga enfiava com intensidade o pau no cuzinho de Miguel e, quando ele recebia as estocadas, seu corpo inclinava-se em minha direção, fodendo-me com mais força. Quanto mais pressão Isabelle fazia no cuzinho de Miguel, maiores eram as estocadas do seu pau no meu cuzinho. Comecei, então, a pedir: “Vai, Isabelle, fode esse macho com mais força, arromba ele todo, que eu quero sentir tudo no meu cuzinho”.

As estocadas e os urros de Miguel foram aumentando, ele gritava de dor como uma putinha. Resolvi xingá-lo: “Vai, sua putinha, seu viadinho, me fode com força”. As estocadas foram aumentando, firmes e fortes, como uma resposta aos meus xingamentos. Miguel começou a me xingar também: “Vai, sua putinha, abre essa bundinha, aguenta a minha pica inteira, balança esse rabo, geme como uma cadela no cio”. Fui gemendo, gostando, querendo, e só sai de cima quando estava quase gozando, para poder despejar toda a minha porra na boquinha de Miguel. Ele, por sua vez, desvencilhou-se do corpo de Isabelle e posicionou o seu cacete na altura da minha boca para que eu chupasse tudinho. Depois, nos beijamos, dividimos a nossa porra num beijo suculento e escutamos Isabelle dizer que não deveríamos engolir, tínhamos que guardar o leitinho na boquinha para oferecer tudo para ela. Eu e Miguel fomos até ela e depositamos nosso leitinho na boquinha da minha amiga. Então, depois de sentir o gosto da porra, Isabelle cuspiu todo aquela mistura de leitinho com saliva na minha boquinha e pediu para que eu engolisse. Obedeci sem pestanejar, quase engasguei de tanto leitinho.

A transa, porém, não havia terminado, Isabelle precisava gozar. Ela pediu que eu chupasse seu cuzinho, enquanto continuaria a enfiar seu pau no anelzinho de Miguel. Neguei-me a fazer, já havia gozado, e não estava com tanto tesão. Depois do gozo, com o pau amolecido, passei a senti nojo de continuar com aquilo. Ela, então, levou-me para um canto do quarto e me mostrou seu celular. Olha isso: " Numa foto, eu, vestida como Diana, aparecia chupando o cuzinho de Miguel. Em outra, o meu rabinho estava sendo comido". Isabelle, então, falou com firmeza: "Vai querer continuar com nojinho? Camila adoraria saber das novas aventuras do maridinho dela".

Não falei nada, tamanha foi a minha decepção, pensava que Isabelle fosse minha amiga. Resolvi apenas fazer o que ela havia ordenado, sem dizer nada. Comecei a chupar, com raiva, o seu cuzinho. Às vezes, mordiscava sua bunda com força, e só depois enfiava a minha língua no seu buraquinho. Enquanto isso, ela continuava a foder Miguel com rápidas estocadas, o rapaz urrava de dor, e a pica de 20 centímetros da minha amiga afundava fundo no seu cuzinho. Todos os 20 centímetros já haviam entrado e o rapaz parecia não aguentar mais. Quando ele estava quase pedindo parr parar, senti um gemido forte da minha amiga. Ela havia gozado e enchido o cuzinho daquele macho com o seu leitinho. Foi, então, que, novamente, ela ordenou: "Pisca esse cuzinho, seu putinho, que Diana vai chupá-lo todinho. Quero vê-la sentir toda a porra desse cu. Ela vai aprender, agora, a não ter mais nojinho.

Pensei nas fotos, pensei em Camila, pensei nos meus pais e amigos descobrindo tudo, mas, mesmo assim, não consegui conter a minha repulsa. Isabelle, então, olhou para mim com calma e falou: “Se é pra ficar com nojinho, não precisa chupar, deixa que eu mesmo chupo esse cuzinho. Amiga, eu não quero te prejudicar, só quero que você se solte, se liberte. Agora, olha e aprende”.

Isabelle meteu a língua naquele anel que piscava. Aos poucos, todo o líquido ia saindo e ela ia juntando a própria porra na boca, como uma verdadeira putinha, devassa, pervertida. Depois, sem nada dizer, e com a boca cheia de leite, ela me roubou um beijo. Fechei meus olhos e senti uma mistura de sensações. Gosto de cu, de porra, de sexo, de puta, tudo se misturava. Fui sorvendo todo aquele líquido, aceitando aquela estranha obrigação. O leitinho ia se acumulado na minha boca, eu não podia engoli-lo ainda, pois minha dona repetia: "Guarda na boca, não engole". Depois, ela ordenou: "Abre a boquinha, me mostra, não derrama". Abri, e um pouco de porra escorreu pelos meus lábios, deslizando até o meu peitinho. Isabelle irritou-se: "Eu disse que não era para derramar". Fechei a boca e engoli tudinho. Mas parecia que não era suficiente. Isabelle repetiu a ordem: "Engole tudo". Fiquei sem entender. Ela deu fortes tapas na minha bundinha e colocou as mãos no meu peitinho, pegou a porra que havia escorrido e foi colocando os dedos na minha boca. Falou: "É pra engolir tudo, sua putinha". Depois, acariciou-me e disse que fazia tudo aquilo pelo meu bem, eu precisava aprender a ser uma cadela de verdade, tinha que aprender a seguir meus instintos, sem medos ou nojos.

Sem saber como reagir, comecei a chorar, e Alice veio me consolar, perguntando o que havia acontecido para eu estar daquele jeito. Isabelle falou por mim: "Não é nada, é só a emoção, ela não imaginou que sentiria tanto prazer numa noite". Eu estava confusa, mas concordei, de fato havia sentido prazer, mas me sentia frágil e confusa também. Quem era Isabelle? O que ela queria de mim? O que faria comigo? Tudo eram dúvidas.

Comentários

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16/01/2019 02:32:14
Ótima série!
22/12/2018 00:46:19
Uaaau!! Excitante!!!

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