O dia que eu dei pro meu amigo jogador de futebol

Um conto erótico de Victor Stark
Categoria: Homossexual
Data: 20/02/2018 23:19:01
Última revisão: 05/07/2018 22:01:30
Nota 9.83

Vou relatar aqui uma das melhores experiências da minha vida, mas antes vou me me apresentar. Chamo-me Daniel, tenho cabelos loiro-escuro, pele branca, com leves tons de bronzeado devido ao futebol, porque eu vivia em campo ao céu aberto, e muitas vezes em dias bem ensolarados. Tenho olhos verdes, e algumas sardas. Tenho um bom corpo, devido aos exercícios, peso 75Kg e uma bunda bem durinha, que era o meu orgulho. Eu sou gay não assumido, embora não parecesse. Antes eu me considerava "gay curioso" mas percebi que isso era apenas lorota, e quando dei pela primeira vez, eu gostei muito, embora com um pouco de medo na primeira transa, mas desde então viciei e eu vivia com um cara diferente, mas é claro, tudo por baixo dos panos. Eu tinha medo que meus amigos do "fut" e familiares me rejeitassem, principalmente um em especial:

Douglas era um cara alto, tinha a pele cor de oliva, magníficos olhos castanhos e uma barba por fazer e cabelos castanhos cortados bem rente. Tinha um corpo que era um sonho, pesava uns 80Kg imagino, e era o melhor jogador do time. E também, por ventura, o meu melhor amigo. Douglas era hétero, então estava fora de cogitação, mas eu tinha uma queda, ou melhor..um "penhasco" por ele. Mas eu nunca contei e nem pretendia.

Jogávamos para o time local da cidade, e um dia depois do treino no vestiário, Douglas se sentou ao meu lado, conversando sobre o placar e nosso jogo impecável, e fez uma coisa que me deixava louco de tesão. Tirou as chuteiras e o meião, exibindo aquele lindo pézão másculo que ele tinha, com alguns pelos por cima e unhas cortadinhas, suas solinhas então...divinas, queria passar minha língua nelas, e pra piorar o meu tesão, ele tirou a camisa. Na hora eu coloquei a minha mochila no colo pra evitar que ele percebesse a minha ereção.

Naquela mesma noite, fomos pra um bar rústico que tinha na cidade com os outros caras do time. Pedimos cervejas e espetinhos para todo mundo, Douglas não havia chegado ainda. Quando ele chegou, ele estava com uma moça negra, que fazia lembrar um pouco a Michonne do The Walking Dead, e estavam de mãos dadas. Fiquei um pouco desconfortável com aquilo, e quando os dois se sentaram e se juntaram a nós na mesa, Douglas ficou exibindo a garota que se chamava Camila, e isso me entristecia. Parei de comer e deixei minha cerveja de lado e ficava fingindo estar curtindo a noite, mas tudo piorou quando eu vi Douglas e a Camila se beijando ali, na minha frente. Não me aguentei, me levantei e fui até o banheiro. Porque aquilo me incomodava tanto? eu já o vira fazer aquilo outras vezes, e em todas era doloroso demais.

No banheiro escuro daquele bar, fiquei encarando o meu triste reflexo no espelho, e me senti um idiota por estar chorando pelo Douglas. Lavei meu rosto, e por um momento, eu detestei ser branco demais, pois eu estava com o rosto avermelhado por causa do choro, parecia que umas abelhas tinham me picado ali e meu rosto ficou daquele jeito, Liguei a torneira e tentei lavar mais o rosto, quando senti uma mão atrás de mim.

- Bu! - era o Douglas.

- Que susto seu filho da puta! - falei dando um soco no braço dele.

- Hahaha, estava chorando?! - disse ele me olhando como se tivesse dito algo idiota.

- Porque? está tão aparente assim?!

- Um pouco. Mas porque estava chorando?.

E como eu detestava mentir pro meu melhor amigo, apenas falei:

- Ah, é complicado cara...

- Quer falar disso em um lugar mais reservado?!

Então ele me levou pra uma porta ao fundo do bar, que dava direto para o estacionamento do local. Estávamos a sós perto de uma árvore, primeiro me certifiquei de que não havia ninguém por perto xeretando, e só então decidi abrir o jogo com ele:

- Douglas, você é meu amigo, certo?

- Sou sim, seu melhor amigo..porque?

Tomei fôlego e falei de uma vez:

- Na verdade tenho duas coisas pra te falar, e a primeira é que...eu sou gay, eu sempre fui, mas eu não tinha coragem de admitir isso pra nenhum conhecido meu...até hoje.

Ele me olhou incrédulo e perguntou:

- Cara, isso é sério?!. Mas porque você nunca me disse? pensei que eramos amigos. Irmãos de outra mãe...

Dei de ombros e respondi:

- É porque eu não estava pronto. Mas não é só isso. Eu...- Fechei os olhos e falei de uma vez. - Eu sou apaixonado por você, e eu tenho essa paixão desde que entrei no time anos atrás. Mas eu sempre escondi...

Ele me olhou por dois segundos em silêncio total e então disse:

- Então é por isso você estava chorando? porque me viu com a Camila?

Olhei para os meus próprios pés, e envergonhado, balancei a cabeça afirmativamente e completei:

- Tudo bem. Se você quiser cortar amizade comigo eu vou entender...eu não devia ter ocultado isso de você.

Ele riu e disse:

- Não seja idiota! isso acontece com muita gente, não é o fim do mundo. Mas eu sou hétero e essa é uma área que eu não piso, mas você tem meu apoio e minha amizade sempre que precisar!.

Eu o agradeci pela compreensão, e então ele me abraçou e deu um beijinho na minha cabeça. Depois que me recompus, nos reunimos com os outros na mesa novamente, Douglas era um amigo tão bom, que evitou trocar carícias com a Camila na minha frente. Quando perguntaram pra gente onde estávamos, inventamos que eu passei mal e vomitei, e eles como eram tolinhos acreditaram e me zoaram cruelmente por isso. Se ele zoaram com isso, Imagina então se eles soubessem o verdadeiro motivo da nossa ausência?!. E demos por encerrada aquela história, pelo menos por algum tempo.

1 MÊS DEPOIS...

Eu já havia me dado por vencido e tentava não pensar mais em Douglas daquele jeito, e ele também não cortou amizade comigo por isso, tudo voltou ao normal e acabou em pizza, e eu decidi ir pra próxima. "Se Douglas não me quer, tem quem queira" eu falava pra mim mesmo, então numa boate LGBT eu conheci Henrique, um rapaz ativo e bem bonitinho até, começou a me paquerar, e nós ficamos algumas vezes e até já transamos umas duas vezes. Meus encontros com Henrique tornavam-se cada vez mais frequentes porém eu não sentia o mesmo que eu sentia em relação ao Douglas por ele, mas estava pronto pra ver no que iria dar.

Um dia depois do treino, convidei a galera do time pra ir na minha casa comer pizza, e foi aquele papo clássico de jogadores de futebol: bebida, mulher, times famosos, sexo e mais mulher, até o nosso técnico foi com o intuito de discutir o jogo do próximo sábado que seria com o time da cidade vizinha. Depois que todos foram embora, só sobrou eu e Douglas, que inclusive me ajudava a limpar a bagunça, então eu decidi comentar sobre o Henrique com ele, e a conversa foi um tanto estranha:

- Quem ele é? tem foto dele?. Eu sempre mostro fotos das minhas peguetes pra você!

- Ah, claro. - e mostrei meu celular com algumas fotos do Henrique .

- Hahahaha. Ele não é tão bonito quanto eu.

- Aparência não é tudo, amigo.

- Sei...- disse ele irônico. - Já me esqueceu né, viado?

Aquilo me abalou um pouco. "Viado" Douglas sempre me respeitou e nunca me tratou por esse termo, o que aconteceu?

- Bah Douglas, é só um cara. Talvez nós nem namoremos sério, é cedo pra dizer. E porque me chamou assim? você nunca me chamou desse jeito.

- Foi mal, cara. É que estou de mal humor.

- Mas a pouco tempo você parecia bem. Mal humor porque?

- Ah, cara..eu não to bem. Vou pra casa, chegando eu te mando mensagem, beleza? falou brother!

- Falou!

E ele se foi. Naquela mesma noite, eu fiquei assistindo um filme no netflix e fiquei tão cansado, estava tão cansado e dolorido por causa do jogo, que eu fui direto pra cama. Quando acordei no dia seguinte, e peguei meu celular pra conferir as horas, vi 5 mensagens do Douglas que foram enviadas na noite anterior.

"Cara, você ta onde?"

"Deve estar transando com o outro lá"

"Manda mensagem porra"

"Responde caralho"

"Deve estar com o cu ardendo kkkkkkk"

Aquele novo estilo do Douglas estava me irritando, e não respondi as mensagens só de raiva mesmo. E esta não era a única surpresa, entrei no facebook e percebi que o Douglas excluiu o perfil, isso estava muito estranho..foi ai que eu me toquei. Ele estava com ciumes! . Naquele mesmo fim de tarde, estava um mega calor, e nós todos jogamos futebol descalços e sem camisa, todos suavam e eu tentava controlar o meu tesão ao máximo. Ainda bem que eu estava de bermuda preta e correndo, então ninguém focava no meu pau.

Douglas estava me evitando aquele dia inteiro, nem nos falamos direito e eu sabia que tinha algo errado no ar, e eu é claro, estava inclinado a descobrir o que era. Quando todos os nossos colegas já tinham ido embora do clube onde treinávamos, depois de tomarem uma ducha e se trocarem, "coincidentemente" entre aspas, porque eu sabia que ele tinha ficado por lá de propósito. Douglas e eu ficamos a sós no vestiário, ambos terminávamos de guardar as coisas na mochila. Douglas fazia muito isso, não tinha coragem de me chamar pra conversar sobre esses assuntos sérios por conta própria, e tirava proveito desses momentos em que ficávamos sozinhos, pra esperar que eu abrisse o jogo com ele. Ele se sentou no banco e ficou me olhando como se nada tivesse acontecido.

- Que coincidência ficarmos aqui sozinhos..- disse Douglas com um sorriso irônico.

- Vai à merda. - Respondi. - Eu sei que você se demorou aqui de propósito. O que aconteceu?!

- Agora resolveu falar comigo né?! eu falei pra você mandar mensagem caralho! .

- Deixa disso Douglas, você que ficou doido e está agindo estranho depois que eu te mostrei aquela foto do Henrique ontem. Me chamou de viado, ficou atacado sem motivo e foi embora, me mandou uma penca de mensagem e excluiu seu face. O que está havendo?

- Você só pensa nesse cara agora, aposto que estava com ele e se esqueceu de mandar notícias....

- Cara, eu tava vendo filme no notebook e peguei num sono e fui dormir. Não falei com o Henrique ontem.

Douglas se levantou do banco e ficou frente a frente a mim como se quisesse dizer alguma coisa, e eu é claro o pressionei, mesmo já tendo uma vaga ideia do que seria a resposta.

- Pode falar cara, eu fui sincero contigo, agora é a sua vez de fazer o mesmo! .

Ele pigarreou e por fim falou:

- Desde quando você me confessou que era gay e que se sentia atraído por mim, eu confesso que eu tenho tido curiosidade. Cara, você é gostosinho pra caralho, inclusive comi uma mina imaginando que ela fosse você. Não te contei porque eu tive vergonha de admitir essa minha fraqueza, afinal quando você me confessou, eu te falei que eu era hétero e eu não queria...demonstrar fraqueza. É isso.

"esta é uma área que eu não piso" fiquei me lembrando do que ele me disse no bar naquele dia, ficamos em silêncio, e eu atônito com o que eu tinha acabado de ouvir. Eu queria aquilo mais do que tudo na vida sim, por isso, a princípio não me pareceu real.

- Eu..eu..não sei o que dizer. - Falei cortando o silêncio. - Eu pensei que você fosse hétero.

- Foda-se a minha héterossexualidade.

Ao dizer isso, ele se aproximou, agarrou o meu rosto e me beijou. A princípio foi um selinho, e ficamos nos olhando e só então decidimos terminar a merda que já estava feita. Voltamos a nos beijar, só que desta vez o beijo se transformou em um amasso, e Douglas abria minha boca com a sua língua e eu permitia, até que nossas línguas se encontrassem uma com a outra, meu pau parecia uma pedra, e como estávamos um de frente pro outro enquanto nos beijávamos, mesmo com nossas bermudas, eu sentia o pau duro dele roçando no meu. Então ele fez uma coisa que me deixou louco de tesão.

Enquanto ele me beijava, ele desceu com a sua mãos pelas minhas costas, até chegar na minha bunda, e lá ele enfiou a mão dentro da minha bermuda com aqueles dedos enormes, até chegar na entrada do meu cu com a ponta do indicador, fazendo movimentos circulares. Parei o beijo e comecei a gemer baixinho, foi indescritível o tesão que eu senti com o toque do homem dos meus sonhos. Percebendo meu tesão, ele sorriu de um jeito safado e perguntou:

- Ta gostando né?!.

- Ah...muito! oh..- falei enquanto arfava.

Ele voltou a me beijar e continuava com a mão e a ponta do dedo no meu cu, e o que deixava tudo ainda mais excitante, era que ambos estávamos suados por causa do treino. Mas como era muito arriscado continuar com aquela brincadeira ali, Douglas parou o beijo e falou pra eu ir com ele pra casa dele. Eu é claro, topei. Fomos de moto, Douglas me deu um capacete que tirou de uma caixa que havia na garupa e me deu. Subimos, ele deu marcha e pediu pra eu segurar firme, e então partimos em direção ao AP dele.

O prédio de Douglas ficava a duas quadras dali, era um modesto prédio em estilo vitoriano, Douglas estacionou a moto e me levou até o apartamento dele que ficava no segundo andar. Já estive por lá muitas vezes, mas ainda assim eu me impressionava como tudo lá era arrumadinho e limpinho, porque geralmente caras como ele, são meio preguiçosos quando se trata de arrumar a casa.

Lá, ele me levou até o seu quarto, e nós voltamos a nos beijar. Ainda com os lábios colados nos meus, ele ergueu os braços e eu puxei a sua camisa, e ele fez o mesmo comigo. Ambos nos beijávamos, e sentíamos nossos corpos suados um no outro enquanto nos abraçávamos e nos beijávamos.

Douglas se sentou na beirada da cama, e eu me agachei e comecei a desamarrar seus tênis, até tirá-los. Ele ainda estava com o seu meião de futebol, que estavam com um odor bem leve, puxei os dois até deixar os seus pés à mostra, coloquei o pé direito dele nos meus lábios e comecei a beijar sua sola, e com a língua, fui subindo até os seus dedos. Chupei do dedão até o dedinho, um a um, e desci com minha língua até o calcanhar dele. Suas solas eram enormes e muito bonitas, fiz o mesmo processo com o pé esquerdo dele, então subi com a minha língua lambendo aquelas pernas com alguns pelos, até chegar na bermuda dele, que eu tirei com os dentes, deixando-o apenas com uma box branca.

Dava-se para ver o pau dele bem duro lá, e uma mancha de pré-gozo, já fui lambendo e mordendo o pau dele por cima daquela cueca mesmo, eu a deixei tão molhada com minha saliva, que como a cueca era branca, dava-se para se ber um pouco do pau dele através da cueca mesmo.

- Estou louco pra provar o seu pau. Faz 2 longos anos que eu sonho com isso.

- Hoje ele é todo seu, e guarda um leitinho bem gostoso pro meu putinho delicioso.

Sorri de um jeito bem safado, e então abaixei sua cueca, libertando aquele pau que estava bem duro e babando completamente livre. Ele passou a ponta do indicador na cabeça do pau que era arroxeada e muito tesuda, e pegou um pouco de seu pré-gozo e levou-o a minha boca. Eu é claro, chupei aquele dedo, saboreando aquele "aperitivo" com muito gosto.

- Está delicioso!

- Fiz especialmente pra você meu amor. - ele respondeu com um sorriso.

Ele bateu com aquela pica no meu rosto, me lambuzando um pouco só pra me provocar.

- Você fica lindo com o rosto todo marcado pela minha vara.

Sem muita demora, eu enfiei aquele pau na minha boca e comecei a chupá-lo. O pau del Douglas era bem grande, cor de oliva e com a cabeça roxinha. Suas bolas eram enormes e seus pentelhos acastanhados eram bem aparadinho e muito bem cuidados. De longe, era o melhor pau que eu já provei. Comecei a chupar aquela pica freneticamente, hora masturbava e hora chupava novamente. Eu passava a língua por sua corona, que era a parte mais sensível do pau dele, até a sua glande, onde eu passava a ponta da língua no buraquinho da cabeça de seu pênis, e então eu o abocanhava e chupava com muita vontade. O pau dele começou a pulsar, e eu vi suas veias dilatando um pouco.

- Caralho, você chupa melhor que muita puta por ai, mano. Puta que pariu, eu tinha a mina de ouro esse tempo todo ao meu lado e não dei valor.

- Que bom que gostou meu amor!

Eu continuava a chupá-lo e minha saliva se misturava ao pré-gozo. Lambia da glande, até as bolas de Douglas, e eu voltava a chupá-lo, cada vez mais rápido e com aquele desejo insaciável que eu guardava por Douglas todo esse tempo.

- Ah que delícia. Mal vejo a hora de "fuder" você, meu viado gostosinho.

- Mal vejo "raróra" - falei com o pau dele ainda na minha boca.

E então voltei a masturbá-lo e a chupá-lo. Douglas fechava os olhos e arfava muito.

- Vou gozar! quero encher essa boquinha gulosa com o meu leite. Está preparado?

Tirei o pau dele da minha boca e respondi:

- Sim senhor!

- Muito bem, então continue chupando que o leitinho já ta vindo. Ele tá na portinha já...

Aumentei ainda mais o ritmo das chupadas, até fazê-lo gozar e encher a minha boca com seu sêmen.

- Toma filho da puta, toma toda essa gala quentinha. - disse ele arfando.

Então seu leite inundou a minha boca, ele gozava pra caralho e eu engolia o que eu conseguia. Tinha um gosto muito forte, e salgado. Inclusive, guardei um pouco daquela porra do Douglas na minha boca, e a levei até seus lábios, fazendo ele me beijar e sentir o seu próprio sabor. Terminei de limpar o pau dele com a minha língua, e ele sorria enquanto me assistia a dar satisfação pra ele.

- Tira essa bermuda e a cueca. - disse ele enquanto afagava o próprio pau.

Eu o obedeci e fiquei ali, nu na frente dele. Ele pediu pra eu me virar, e assim o fiz, e ele me encarava e ria:

- Que bundinha durinha você tem, hein? mal vejo a hora de meter a minha vara nela.

- Hoje ela é toda sua. - brinquei. - e ela esperava por seu pau esse tempo todo.

- Você é bem safado mesmo né?! vem que eu quero muito comer esse rabão gostoso.

Então eu fui até ele, ele se levantou e pediu que eu afasta-se as nádegas e deixa-se o meu cu que já piscava à mostra. Ele pediu que eu empinasse a bunda, e então eu o senti cuspir dentro. Ele cuspia e passava o dedo, me lubrificando, ele não teve muita dificuldade em abrir caminho, já que eu já tinha feito aquilo antes.

- Está preparado para me deixar penetrá-lo?

- Estou sim!

- Que ótimo, porque meu pau já está babando de novo, só em imaginar ele lá dentro.

Então ele começou a enfiar o pau dele aos poucos, até já estar completamente atolado lá dentro. Senti pouca dor, mas a dor se transformou em prazer, então bem devagar, ele tirava e colocava, tirava e colocava. A princípio foi bem devagar, mas aos pouquinhos ele aumentava e perguntava se eu queria mais. Ele tinha muita consideração por mim até na hora do prazer, e não queria me machucar, então quando eu sentia que estava pronto, eu o deixava aumentar mais e mais, até ir bem rápido, e ele atolava aquele pau até as bolas dentro do meu cu.

- Geme pra mim, meu viado lindo, geme!

E eu atendia ao pedido dele, e eu gemia e gemia, enquanto eu revirava os olhos de tesão, e quanto mais eu gemia e mais rápidas eras as estocadas, ele se inclinava e dava um beijinho nas costas. Ele me comia bem rápido e segurando com força na minha cintura, meu pau também já estava bem duro e babando pra caramba. Trocamos de posição, e ele se sentou na beirada da cama com o pau ereto , e eu me sentei no colo dele até atolar aquela pica até as bolas dentro do meu cu, e ele pedia sussurrando em meus ouvidos:

- Cavalga bem gostoso nesse pau que você tanto deseja.

E eu então, rebolava naquele pau delicioso, cavalgava e rebolava enquanto eu gemia e ele arfava, enquanto eu cavalgava, eu fechava os meus olhos sentindo aquele macho maravilhoso dentro de mim. Ele arfava e dava beijinhos nas minhas costas, e eu suava. Meus cabelos que eram um pouco compridos, grudavam na minha testa já, de tão molhados que estavam. Eu continuava a rebolar deixando meu cu engolir aquela pica deliciosa.

- Porra Dani, eu não sabia que você fodia tão bem. Agora eu vou querer todo dia.

- Você..ah, me subestima. - falei brincando.

Me deitei de costas na cama, e ele pediu que eu levantasse as pernas, e as colocasse nos ombros dele, e eu o fiz com muito prazer, então ele continuou metendo em mim daquele jeito mesmo. Dava-se para escutar o barulho do pau dele entrando e saindo do meu cu. Agora ele estava de olhos fechados e suando muito, ele nem perguntava mais se estava doendo, e não importava mais pra falar a verdade, porque eu só sentia tesão e nada mais. Ele segurava nas minhas coxas com muita força, Jesus, como ele era forte, e aumentava bastante o ritmo das estocadas.

- Continua gemendo meu gostoso, que logo logo eu vou encher esse cu de leite

E eu continuei gemendo, sentindo aquele macho entrando e saindo de dentro de mim. Então ele me pegou no colo, e eu enrolei as minhas pernas em torno dele, seu pau ainda estava bem atolado no meu cu. Ele me encostou na parede do quarto dele, me pressionando contra a mesma com o seu corpo forte, e ele me beijava enquanto me fodia, seu pau pulsava muito, confesso que eu sentia que o pau dele parecia prestes a explodir lá dentro, e isso só aumentava ainda mais o meu prazer. Nem falávamos mais de tão focados no tesão em que nos encontrávamos, ambos estávamos vermelhos e parecendo dois selvagens. O tesão era tanto que eu arranhei as costas do Douglas durante o processo, eu fincava fundo as minhas unhas nas costas dele, mas isso o deixou ainda mais louco.

- Vou gozar! ah caralho, posso encher esse cuzão com minha gala?

- Pode sim meu amor, ah..ah..enche esse meu cuzinho com sua semente. Marque território!

Então ele aumentou ainda mais as estocadas, me levando assim a loucura.

- Toma isso safado, toma, sente toda essa gala do seu macho.

Então eu senti vários e vários jatos de porra quente encher o meu cu, e ele me pressionava com muita força na parede a cada jato de porra que ele eliminava. Eu também batia uma, com muita dificuldade devido a posição em que eu me encontrava e gozava. Meu sêmen voava um pouco em meu rosto e no de Douglas, mas eu lambi limpando a gala do rosto dele, sem se importar se era minha ou não.

Ele me colocou na cama, onde deitamos ofegantes um ao lado do outros, com nossas picas já moles.

- Cara, você arranhou minhas costas. Eu amo quando arranham minhas costas. - disse ele. - este é o meu ponto G, pra me deixar com mais tesão ainda durante a foda.

- Eu percebi, senti seu pau pulsar bastante.

Ele se virou me abraçando e me beijou, fez um cafuné na minha cabeça e ficou me olhando com cara de bobo, e eu sem entender perguntei:

- O que foi?

Ele sorriu e disse:

- Nada. Só estou pensando o quanto eu sou sortudo de ter um cara como você na minha vida. Me sinto um idiota por não ter visto isso antes...

- Todos nós agimos feito idiotas ás vezes. E você é muito bom na cama, puta que pariu!.

- Melhor que o Henrique?!

Eu ri.

- Esqueça o Henrique, quem liga pro Henrique depois de uma foda dessas?! . Ele era só um casinho, não era nada sério.

Ele me beijou novamente, um beijo intenso e apaixonado e completou:

- Sei que deve ser cedo pra dizer isso, mas eu te amo Dani.

- Eu também te amo Douglas.

E deste dia em diante, Douglas e eu começamos um relacionamento ás escondidas, ambos nãos estávamos preparados para assumir publicamente ainda, e seriamos o pilar um do outro, até ambos estarmos prontos. Quanto ao Henrique, eu nem precisei cortar relacionamentos com ele, pois ele mesmo fez o serviço por mim, ele havia me dito que voltou com o ex dele ou algo assim, e eu pensei "ufa uma coisa a menos pra me preocupar". Eu estava bastante realizado, e não só o nosso relacionamento, como nossa amizade cresceu ainda mais e este foi só o início de uma nova jornada em nossas vidas. Um novo começo.

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Gente, esse conto eu tive que fazer pois eu não aguentava mais. Eu moro em um prédio em um bairro de classe média alta, e aqui ao lado tem um clube, desses que o povo aluga pra jogar futebol e eu passei em frente de lá esses dias e eu vi uns caras sem camisa, descalços e de bermuda devido ao calor que estava fazendo no dia, e uma deles tinha a mesma característica do Douglas, e foi o que mais me chamou atenção. Imaginem o tesão que eu senti ao vê-lo todo suado e com as solas do pé sujas de grama...não aguentei e tive que fazer um conto sobre isso.

Enfim, espero que tenham gostado..não é nenhuma obra André Martinsniana ou Tiago/iana, mas ainda assim foi escrito com muito tesão e carinho pra vocês ♥. Boa semana e até a próxima o/e desde já, agradeço aos comentários.♥♥♥

Comentários

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28/05/2018 09:17:03
Maravilhoso
02/03/2018 00:37:16
Excelente
25/02/2018 21:54:51
Tesão de conto, fiquei de pau duro aqui. Conto pra deixar a moçada pronto pra socar uma e viajar na leitura. Parabéns
22/02/2018 21:58:26
Obrigado pelos comentários galera, este conto eu criei mais pra dar tesão mesmo, tanto é que ele não é tão grande porque eu decidi focar mais na transa mesmo rs.
21/02/2018 21:39:42
Bom, curti.
21/02/2018 16:45:30
APESAR DE TUDO TER OCORRIDO MUITO RAPIDAMETE. NÃO HOUVE MUITO CLIMA DE ROMANCE, DE CONQUISTA DE SEDUÇÃO. MAS FOI MUITO BOM. ESPERO QUE CONTINUE.
21/02/2018 13:04:05
Muito bom
21/02/2018 08:45:10
Você escreve tão bem quanto eles, e pode melhorar ainda mais com o tempo, o conto tá muito bom e super excitante
21/02/2018 02:55:13
Ótimo
21/02/2018 02:24:27
Está maravilhoso, aguardando a continuação com as expetativas a a partir daí até porquê um dia vcs vão ter de se assumir pra todos.
21/02/2018 00:51:50
nossa,muito excitante adorei

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