MINHA MÃE BÊBADA FOI UMA TENTAÇÃO

Um conto erótico de Sátiro7
Categoria: Heterossexual
Data: 12/08/2016 11:48:50
Última revisão: 23/04/2018 10:39:34
Nota 10.00

Finalmente reuni coragem para contar minha fabulosa experiência incestuosa.

Eu estava muito puto com minha mãe que decidiu se separar de meu pai de uma hora para outra e se mandou com um cara mais novo do que ela, deixando eu e meus 2 irmãos, sendo eu o do meio, com 16 anos. Ela tem 45 anos e descobriu um mês depois que o seu namorado era uma barca furada. Mas decidiu ficar no Paraná e ainda exigiu de meu pai uma pensão provisória até sair o divórcio definitivo e ela pegar sua parte dos bens.

Bom, ela tentou se reaproximar dos filhos. Meus irmãos mais velhos até aceitaram, eu não engoli. Até fui visita-la por insistência de meu pai, mas não aceitava sua atitude, e menos ainda quando ela tentava vir dar uma de moralista pra cima de mim, isso era intolerável. No último natal ela veio pra S Paulo almoçar com os filhos e brigamos feio, abandonei o almoço da família no meio.

Depois disso,comecei a namorar uma conhecida de nossa família e a sacana de minha mãe se aproximou dela. Por ocasião do Carnaval, convidou minha namorada para que ela me convencesse a ir passar o carnaval em sua cidadezinha e naturalmente fazer as pazes comigo. Acabei aceitando mas ao chegar lá, me arrependi: ela estava com um namorado novo e não fui com a cara do sujeito: mais novo do que ela, uns 35 anos e tinha cara de bebum, um cafanhaque mal feito e bigode e seus lábios estavam sempre úmidos de saliva, como se babasse. Mas o que mais me incomodava era eles ficarem se agarrando na nossa frente, parecia uma vadia. Durante o primeiro café da manhã deu um beijo de língua no cara que me deixou com vergonha, até minha namorada estranhou: deu nojo e revolta, pois nunca fizera aquilo com meu pai e agora fazia com um estranho. Parecia uma puta oferecida!

No sábado de carnaval fomos a um baile num clube esportivo local e eles beberam todas. Na verdade, todos tomaram todas, mas o namorado dela, bebum nato, foi o que menos sentiu.Minha namorada acabou exagerando também. Eu não bebi muito, sem misturar. Ficamos lá até as duas da manhã, pois seu namorado que trabalha numa cooperativa, tinha de ir verificar uma máquina, mesmo no domingo e tinha de acordar cedo. Chegamos em casa umas 3 da manhã e apaguei, apagamos todos.

Acordei umas 8 horas com o ronco da moto de seu namorado, que por azar estava estacionada debaixo de minha janela. Minha namorada dormia profundamente, até babava!

Movido por certa curiosidade mas meio sem saber o que fazer, levantei-me para ir a cozinha. Ao passar diante de seu quarto, a porta estava aberta e olhei: tomei um susto, pois ela estava deitada de bruços, as pernas meio afastadas e o vestido levantado até quase as nádegas, deixando suas coxas brancas bem a mostra!

Era difícil acreditar que era minha mãe! Mas era! Fiquei uns minutos observando e fiquei fascinado com as côxas grossas. Putz, estranhei que o cara tivesse saído e sequer a coberto com um lençol, deve ter sido a pressa... Aproximei-me mais e não pude evitar a ereção, de olho naquelas coxas brancas que aquele seboso idiota usufruía: eu era raiva, revolta e curiosidade.

Veio-me um pensamento, quis alisar aquelas coxas. Pensei na minha namorada e deu medo: mas queria tentar fazer uma coisa e voltei e tranquei a porta. Cheguei por trás e não me cansava de olhar aqueles coxões que se afunilavam nas nádegas. Era minha mãe e uma mulher: aos 45 anos, ela é uma mulher bonitona, quadril largo, pneuzinhos charmosos na barriga, seios pequenos e firmes.

Cheguei ao lado dela na cama e com a mão trêmula toquei sua coxa na parte interna pouco acima do joelho. Foi estranho. Era estranho olhar aquelas coxas e pensar que era minha mãe.Toquei, alisei. Sua pele tinha uma textura diferente da de minha namorada, era mais firme e musculosa – minha namorada tem 18 anos e é meio recatada. Foi difícil o primeiro toque, tremendo ainda, mas me acostumei. Fui subindo, tocando de leve com a ponta e os nós dos dedos. Estava gostando. Quando estava no meio das coxas, ela se mexeu e resmungou.Parei um momento, mas logo prossegui.Ela de novo resmungou, mas abriu as pernas, relaxando – com certeza pensou que era o porco do namorado.

Eu estava meio cego e o coração disparou. Ergui o vestido e outro susto! Estava sem calcinha! Putaquepariu! Será que minha mãe estava sem calcinha o tempo todo? A raiva aumentou e meu fascínio também! Um chumaço de pêlos escapava, pelos negros brilhantes, o mais íntimo e o mais proibido que poderia existir, ali, bem na minha frente, um segredo ultra secreto e proibido, revelado!

Que massa!. Aquele corpão de mulher! Como pensar que era minha mãe? Só via uma fêmea que sendo estimulada, revelava estar no cio! Acariciava as coxas, a bunda, ela continuava resmungando. Olhei seu rosto, ela dormia de boca aberta, escapava saliva de seus lábios e daquele ângulo que olhei com uma mecha de cabelo cobrindo grande parte do rosto, não se parecia com minha mãe o que me deu estimulo para continuar, não podia ser minha mãe, que não podia ser uma vadia daquele tipo: aquilo era um sonho e também pesadelo e mergulhado naquela atmosfera onírica, enfiei o dedo médio em sua buceta por trás e ela gemeu e rebolou, erguendo o bumbum! Que vaca! Meu sangue ferveu, o tesão me tomou conta! A buceta estava molhadinha, era um lago, o dedo deslizava fácil! Manipulei mais o dedo, em circulos, vasculhando o interior de sua xota, e ela gemia “Ahhh!... Ahhnn! Ahhh! Uhh...!”

Era minha mãe? - o pensamento cortou, inciso. Como pensar se era direito ou não? Eu tinha saído dali? Mas tinha sido tanto tempo atrás, ela era outra pessoa.Agora era outra, era uma mulher! Uma mulher, no cio! Nada nos separava e um tesão louco me fazia não parar!

Sentindo meu corpo trêmulo de desejo, afastei-me um instante e tirei o cuecão e me deitei por cima, apoiando as mãos e a tocando no quadril, encaixando-me por detrás,a cobrindo e roçando meu pau na entrada de sua xoxota: a cabeça do pau expelia o liquido que se misturou com o liquido de sua xota. Entrou de leve, a cabeça, ela despertou e ergueu a bunda, rebolou com a testa encostada no colchão de modo a ficar arrebitada. Quando a vi naquela posição, oferecendo o cú e o resto para quem estava atrás dela, confesso que ali ela deixou, temporariamente, de ser minha mãe (minha mãe, a pessoa que eu tinha como minha mãe, jamais se portaria daquele jeito, de bunda pra cima, esperando ser penetrada!) . Tirei um pouco o pau deslizando para trás e o que vi me alucinou: ela se oferecia toda, arreganhada, parecia que sua buceta piscava, o cú se contraía também, tudo aquilo se oferecia - buceta, cú,o vestido no meio das costas revelava os seios pequenos, estava sem sutiã também, ela estava sem nada, só o vestidinho fino. (Caralho, ela ficou na festa, o tempo todo assim,sem sutiã e sem calcinha? Será que alguém estranho viu?)

Apesar de meio tonto por conta do tesão, vacilei um momento na hora que meu pau roçou sua xoxota úmida –“caralho, é minha mãe...! Mas é mulher, oferecida, é agora ou nunca! É agora!”. Fechei os olhos e enfiei de vez meu pau, com força e ela gemeu alto e forte, levando a mão à boca, gemendo, “ai, me fode, me fode forte forte! Enfia tudooo! Ai, que pau gostosoo!...” Senti uma tontura, um tesão louco, uma tremenda vontade de inundar toda ela com meu esperma! Ah, se ela soubesse que eu era, seu filho! Queria ver a cara dela, sempre censurando todo mundo da familia.

Nessa hora, quase explodindo meu gozo, curvei-me sobre ela e meu queixo encostou seu pescoço e então ela parou. Ela parou e eu estremeci. Paramos. Ficamos ali, paralisados (ela notou meu rosto liso, ao contrario da barba dura do namorado nojento). Meu pau continuava dentro dela, eu sentia leves contrações em torno dele, sua xoxota pulsava.

E lentamente ela voltou o rosto para mim e pude ver o horror em seu rosto:

“Você?! Que merda! Tu é doido? Como foi capaz!”

Eu me senti estranho, uma estranha decisão me dominou e sustentei seu olhar. Encarei-a, mantendo meu pau dentro dela.

"Sai daí! Me larga!", ordenou, mas eu fiquei firme, e senti meus dentes rangerem. Ela me dar aquela 'ordem' me deixou puto! Quem era ela pra me dar ordens? Como tinha a cara de pau de dar ordens depois de ficar com o cu pro alto, esperando ser fodida? Não, voce não vai me dar ordens, decidi!

Tentou sair, mas segurei seus braços, de modo a ela ficar imobilizada, e pressionando meu quadril, ela não pôde sair. Ficamos uns momentos naquela situação, meu pau dentro dela e seus braços imobilizados para trás.

"Voce enlouqueceu?”, ouvi a dizer. Soltei seus braços, e comecei a tirar lentamente o pau de dentro dela, duro como um ferro, por um rapido instante caí em mim e vi que forçar uma mulher não era legal, muito menos minha mãe!

Eu pensava que quando soltasse seus braços ela imediatamente se desvencilharia e até correria, horrorizada. Mas não, ela ficou para uns segundos e meu pau que estava quase saindo da vagina, sentiu uma leve contração, na cabeça! Ah, mas ela estava excitada! Ela estava excitada e o constatar isso fez vir a tona um sentimento estranho, um desejo tão louco que me fez querer tirar a limpo algo que parecia farsesco: enfiei o pau de vez, bem forte, arrancando dela um AHH! e tudo se esclareceu: ela queria vara e eu ia dar o que ela queria! Ia fodê-la. Sou forte fisicamente a virei-a para mim, fazendo-a ficar de frente pra mim de modo a olhar sua cara enquanto meu pau latejava dentro dela! Queria ver o que ela seria capaz de dizer.Encaixei-me entre suas pernas e ficamos assim, um olhando a cara do outro.Eu a olhava sem piscar, ambos respirando fundo, ela com uma cara de quem esperava o que estava para acontecer - sem esboçar nenhum movimento de me afastar dela.

Seus grandes olhos me encaravam fixamente e ela arfava, sem piscar. Pude ver o intenso e estranho brilho de seus olhos: ela me desejava como macho, também, pensei. Seu olhar estava bem arregalado, mas não era de terror, era de decisão. E aconteceu o imprevisto.

Ela, sem desviar o olhar, disse: “Passa seus braços por trás de minhas pernas”..."Isso!", disse com voz de mando, mas suavemente. "Isso, meu bebê, isso!, Uhnmm!" e no que obedeci, ela encaixou suas pernas em meus ombros, de modo a meu pau a penetrar livre e totalmente - “agora segura meus pulsos, como se me dominasse!Prende meus pulsos, me sujeita!”

Fiz isso e foi a coisa mais louca. Dizia ela:”Já que voce vai me comer, faz a coisa direito então! vamos aproveitar! Que virilidade do meu bebê! Mas, calma! Mamãe te ensina! Faz assim: traz seu pauzão até a beirinha ‘dela’, quando estiver quase saindo, enfia forte, de uma vez, até o talo!” Suas pernas me enlaçavam, e fiz o que me pediu, sem tirar o olho de seus olhos: trouxe o pau até quase fora e enfiei com força, bem fundo, arrancando dela um longo gemido “Aiiiiiiiii...!” e ela fazia aquela cara de 'surpresa!', como estivesse sendo arrombada de primeira! Repeti o movimento várias vezes e a cada vez ela ficava mais vermelha, parecia que ia explodir. Aquilo era um delirio, pois eu também tinha a sensação, a cada vez, que a estava 'arrombando' de primeira!

"Isso, me força! Fode, fode meu bebê viril!" - e eu repetia obediente, aquilo era diferente e louco, muito bom: eu quase tirava o pau até a beiradinha da boceta e socava, enfiava de uma vez, bem forte, até o talo, ela arfava e se retesava toda, gemendo, uma hora disse: "O que é isso? Que é isso? Ai, não faz isso que morro de tesão! Ai, que vergonha! Nunca gozei desse jeito e tinha de ser com voce, meu bebê? Ai, fode bastante! Fode bebê! Me mata de prazer! Quero morrer de prazer! Aiii!" Meu quadril esbanjava movimentos fortes, ela rubra como um pimentão, encostamos a testa um no outro, ela buscou meu queixo e o mordeu e buscando meu olhar disse: "mas será só hoje! Fode porque só fomos liberados para hoje! Será só desta vez, ta? Fode fode fode, primeira e ultima, fodeee!”

Era uma delicia! cada estocada dava a sensação de que era a primeira vez. A primeira vez que eu a violava e o coração disparava: era incrível a forte estocada – voltava lentamente até quase sair da buceta e enfiava com força – ela explodia, encarando meu rosto, nem piscava.Fizemos isso dezenas de vezes e não cansava. Cada estocada valia uma gozada! Eu me deliciava vendo sua cara brilhando, ela me olhava como se fosse uma fera faminta a ponto de me devorar.

Até que uma hora ela pediu, arfante: "stou explodindo de gozo, mas quero mais! Essa é a foda da minha vida e quero o máximo! O maximooo! Se prepara e BOMBA forte bomba forte não para não para não para!” e eu dei o melhor de mim, parecia um motor. "Não pára,não pára! Forte!" Obedecia a mãezinha bombando bombando até que ela abriu longamente a boca, vi o fundo de sua garganta, as cordas vocais, nem um som saía de sua boca apesar de aparentar dar um terrivel grito. Cerrou os olhos e ali vi a cara do orgasmo, do gozo! Nessa hora, explodi e senti meu jato despejado dentro dela.

Pendi esgotado ao lado dela, tinha dado tudo de mim, toda a minha força fisica e mental eu despejei naqueles ultimos movimentos. Esticamos nossos corpos suados e nos olhamos nos olhos: não era minha mãe, era outro rosto, vermelho, eram outros olhos! Era como se nos vissemos pela primeira vez, como se tivéssemos acabado de nos conhecer. Nos acariciamos nos rostos, ela sorria o sorriso de mulher fodedeira, que fazia tudo para extrair prazer de homem. Pegou meu pau melecado e acariciou, punhetando. Sorriu, sorriso brilhante balbuciando “bebê, bebê! Bebê viril!” Levou a mão melecada de minha porra ao nariz e aspirou forte. Esfregou a mão em sua própria boceta e levou ao meu nariz. Aspirei o cheiro forte. Acariciou meu rosto com as costas da mão com infinito carinho e se virou de costas, falando “de conchinha, fica de conchinha ficamos assim, quietinhos, mãe e filho.Só assim, só isso, viu?”

Encaixei-me com ela, deitados de conchinha. Era pra ficar quietos, mas minha respiração no cangote dela a fazia estremecer e em pouquinho tempo, meu pau estava duríssimo e seu quadril rebolava como que sozinho, independente de sua vontade. Eu fazia automaticamente certos movimentos de quadril e não foi difícil achar o buraco e estranhei que estava apertado, quando ela disse: “Opa! Voce tá pondo em outro buraco... Voce errou de buraco, isso é meu cú, muleque!”

“Errei? Quer que tira?”

“O quê? Tirar? Está louco? Agora que entrou, vamos aproveitar! Não, nem pensa em tirar essa gostusura! Continua, assim, assim assim...Ai,pára um pouquinho pra mim sentir 'ele'!”

Aiaiai! Que emoção estranha! Eu houvera enfiado o pau no seu cú! No cú de minha mãe e eu que nunca tinha feito anal antes! Eu que nunca tinha comido um cú de verdade, e eis que meu primeiro anal era no cú de minha mãe. Que coisa! Olhei para baixo e vi meu pau entrando e saindo e embaixo a boceta que parecia uma flor aberta, uma rosa vermelha!, as veias saltadas do meu pau, sua buceta peluda. eu metido entre as pernas brancas! E era minha mãe! Meu pau estava dentro do cú de minha mãe! E pela facilidade com que entrou, deveria ser tão usado quanto o da frente. Naquele momento eu tinha de esquecer, não tinha que pensar! Deu raiva, voltei por um momento a ter raiva, pensei que aquela mulher que agora eu enfiava minha rola dentro do cú era a mulher que tinha abandonado a familia para ir atrás de uma aventura. Sim, era justo que eu a fodesse no cú, bem forte, e estaria vingando todos que sofreram com ela!

Sim!, meu pau estava no lugar certo, entrara sem querer, mas era o certo! Ela era uma dadeira de cú, sempre dera o cú, pois do contrário não entraria fácil assim. Me lembro de algumas meninas virgem de cú que tentei comer e não entrava, elas sentiam dor e mesmo que forçasse, era dificil. Ela pareceu adivinhar o que eu pensava, pois falou: "Quando fico excitada demais é assim, entra fácil!"

Dadeira de cú! E entendo, finalmente entendo. Meu pai quem deve te-la iniciado, deve ter comido seu cu desde o começo e entendo, desse modo, porque ela era uma arronbada de cu! Podia estar excitada, mas era arrombada mesmo. Meu pai é conhecido entre os amigos por ter o pau grande, era até motivo de piada entre os amigos, o tamanho de seu pau! E deve ter sido ele quem a estreiou!

Enquanto via meu pau entrar e sair de seu cu, pensava. "E essa puta faz tudo isso com aquele seboso do namorado, aquele cara. Um corno! Merecia uma galhada de chifres, aquele idiota! Bom seria se ele soubesse! Ah, queria que ele soubesse que eu comi seu cú! Quero que aquele idiota saiba que ela merecia exatamente isso que estou fazendo, enfiar minha no cú! Acelerei a bombada, bem rápido e ela gemeu, de dor.

"Aiii!,calminha, mais devagar, um pouquinho mais devagar no cuzinho da mamãe..." (Quando ela disse "mamãe" senti-me estremecer, aquilo foi forte!).

"Para o caralho, eu disse, continuando a bombar, quero que voce sinta seu cú arder por varios dias e que se lembre que foi meu pau que fez isso!"

"Ai, bebê! ...pára um pouquinho porque gosto de sentir 'ele' dentro de mim... isso! O pau do filhinho... Aiiii! Agora mete, mete forte, com raiva, mete no meu cu, esporra dentro dele!" De olhos fechados, parei um pouco, como ela disse, meu pau latejava de duro. Curiosamente, quando ela disse aquilo, fui tomado por ternura. Recomecei os movimentos lentamente, mas de vez em quando, fazia um pouco rápido. "Isso! Arde um pouquinho, mas é bom!"

Fosse pelas circunstancias ou não, aquilo era super gostoso.Esqueci a raiva e procurei obedecer aquela mulher.

Sim, antes de tudo, uma mulher e nossas carnes quentes se buscavam. "isso, isso filhinho! Vamos fazer uma coisa..." “Vem por trás, de quatro! Sem tirar, vem! Pensa que sou uma puta”

E ficou de 4 e foi o maior barato ver meu pau entrando e saindo daquele cú branco, aquelas ancas largas, brancas! Caralho, podia ser uma mulher qualquer,mas era ela, minha mãe de quem eu sentira tanto a falta! Pensando bem, era certo o que eu fazia, aquele gozo era a recompensa e acho que ela também pensava isso, em me recompensar. Disse ela: “Gosto assim!”, gemia, “gosto de estar submissa, de ser dominada! E pelo meu bebê, meu macho! Putz! Como vai ser só desta vez, faz tudoo o que tem direito! Isso, bebê, realiza seu desejo, o meu também! Ai, que sonhoo! Mete, mete, mete!” Então,paramos um momento e suas pernas se uniram de modo que minhas coxas ficaram por fora pressionando seu quadril, suas nadegas apertavam meu pau. Ficamos quietos uns momento, ela dizia "ai! ai! ai!, que delicia de pau! Assim, me enche, me penetra! Ai,que pau grosso e pulsante! Sinto ele todinho! Aiii! Me faz gozaaar, amooor! Uiii!"

A ponto do gozo, acariciei seus seios. Apertei os biquinhos ao mesmo tempo, estavamos alucinados, um som rouco saía de sua garganta, gemido prolongadíssimo, estavamos em transe. Deslizei a mão direita acariciando sua barriga, sentindo cada curva e a cada toque ela se retraía, retorcia e rebolava. Que tesão! Toquei sua boceta, macia e quente e imaginei a cena que vi a pouco: a rosa vermelha entre a pelugem negra - manipulei a entrada, na parte de cima, toquei no clitóris, em circulos. Então, aconteceu: toda ela se sacudiu alucinada, em espasmos descontrolados, uhhh! parecia estar tendo convulsões! Doideira!

Sua região genital se retesava em contrações quando senti como que uma correnteza vulcanica explodir em mim e sair pelo pau, dentro de seu cú! Gozamos! Gozamos, gozamos gozamos! Como nunca tinha sido, como nunca tinha imaginado. Estávamos esgotados e realizados, havíamos chegado e ultrapassado todos os limites. Quem, se nos visse, poderia ver ali, algo de mãe e filho? Era macho e fêmea, loucos de desejo, no cio, que só queriam prazer, gozo! Quem seria capaz de culpar, sendo o desejo, o que cada um mais queria?

Dentro de uns minutos, ela dormia. Parecia sorrir. Lentamente me levantei e pus o cuecão. Seu vestido fino estava levantado até o tórax, mostrando sua boceta peluda, um chumaço de pêlos revoltos, parecia palha de aço, negríssimo maço de pêlos. Desci o vestido e a cobri- o vestido ia até os joelhos. Ela dormia. Nesse momento, tomei uma decisão: ela estava certa quando disse que só seria daquela vez: Aquilo era para nunca mais se repetir, pois nunca mais seríamos capazes de fazer daquele jeito, aquilo nunca se repetiria, mesmo se voltassemos a tentar dezenas de vezes!

Voltei para meu quarto.Minha namorada ainda dormia.Deitei-me ao seu lado, ainda com o cheiro de minha mãe impregnado em mim, adormeci. Mas eu acordaria antes dela, sentindo cheiro de café. Fui a cozinha, minha mãe estava com outra roupa e me olhou sorrindo:

"Vá tomar um banho, menino! E acorde sua namorada!" Veio a mim e me beijou na testa.

Não dissemos nada.Nunca mais. Aquele segredo mútuo nos aproximou e nos tornamos extremamente tolerantes um com o outro. Nunca falamos de coisa alguma. Nosso olhar dizia um monte de coisa.

O que ficou de lição e consequencia depois de termos quebrado o taboo do incesto? De verdade, não sei. Fato é que desapareceu da figura de minha mãe aquela aura de santidade e respeito que antes existia.

Mas não foi o ato sexual que de fato mudou isso. Isso desapareceu quando ela ela nos deixou - a mim, meu irmão e meu pai - por uma aventura amorosa que acabou depois de dois ou tres meses de fodas intensas - deduzo isso porque minha mãe devia ser uma espécie de ninfomaníaca. Nesse sentido, posso até entender porque não ficou mais com meu pai, estava cansada da acomodação do casamento e ela seria sempre assim, uma mulher em busca do prazer intenso, tanto que nem ao filho resistiu.

A verdade é que descobri muita coisa de minha mãe e uma delas foi a sua incapacidade de conter seu desejo sexual. Ela é uma insaciável e demonstrou isso quando não foi capaz de resistir nem ao filho - apesar de deliberadamente nunca ter feito nada para me seduzir. Depois "daquilo", como disse, desapareceu a aura de santidade e também de autoridade: nunca mais ela se dirigiu a mim dizendo o que eu devia ou não fazer, o "incesto" quebrou na verdade isso, sua autoridade. E eu passei a vê-la como simplesmente uma mulher, com a qual fodi num determinado momento.

E não tenho um desejo intenso de voltar a transar com ela, a não ser que ocorra - como antes - uma oportunidade favorável: isso porque minha mãe não é mais uma mulher proibida. Nem a mim e muito menos a outros homens. Fiquei sabendo que na cidadezinha onde ela mora atualmente ela se relacionou com meio mundo: colegas de trabalho (ela é professora), policiais, comerciantes até, aparentemente, se fixar com esse rapaz mais jovem, capataz de uma fazenda e irmão de uma colega de trabalho dela. Ou seja: minha mãe é aquela mulher que todo mundo comeu. Mas como ela é muito bonita, tem forte personalidade, todo mundo a respeita, ninguém a chama de puta ou vadia, coisa que na verdade ela não é: é apenas e tão somente, uma fodedeira, uma mulher que se estimulada, não encontra nenhuma barreira para satisfazer seu prazer.

Comentários

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25/09/2018 02:46:04
Um conto como poucos. Aprofundei-me na historia a ponto de sentir a raiva e tesão do filho.
20/08/2016 10:49:02
...achei conveniente dar uma conclusão a essa história com o aval do autor do cadastro, sem a necessidade de outra história. E finalmente, estamos em paz.
19/08/2016 16:58:13
Bom cara
16/08/2016 22:02:04
Bacana.
13/08/2016 10:10:11
BOM PRA DANAR ESTE RELATO. EXCITANTE DEMAIS, SÔ. TEM MUITA MÃE FURUNFANDO COM O FILHO À MOITA. ACHO QUE DEPOIS DESSA, ELE FEZ AS PAZES COM A MÃE E ESTÃO NUMA BOA. NOTA DEZ BEM DADA!
12/08/2016 19:53:39
...essa história não é minha e acredito que possa ser real.Um amigo me disse que queria contar um incesto e perguntou-me como. Falei desse site, elenãoquis se cadastrar. Conheço a familia, cheguei a namorar com sua mãe e posso dizer que ela é mesmo insaciável. Pode ser real ou pode ser uma fantasia dele, não sei. A continuação depende dele e como é um assunto dessa natureza, não posso forçar a barra.
12/08/2016 16:41:17
muito bom espero que tenha continuação
12/08/2016 13:34:46
muito bommm
12/08/2016 13:01:04
Excelente! Fantástico! Dez é pouco, mas como disse o Anjo Discreto, vai ter continuação? Espero que sim! Saudações

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