Aguentei seis garotos metendo em mim.

Um conto erótico de Lady Diva
Categoria: Grupal
Data: 23/06/2011 16:07:57
Última revisão: 16/06/2018 20:45:11
Nota 9.79

Quando trai meu marido pela primeira vez, me senti mal, se culpando por ter feito algo errado. Que tinha feito uma loucura.

Mas o que aconteceu depois, foi pior. Ainda agora, penso que não foi verdade, que eu não tive tanta coragem!

Depois de 15 anos de casada, o sexo virou rotina, com poucas transas, duas ou três num mês. Tudo mudou quando realizei a fantasia de Carlos, meu marido, que era de me ver dando para outro.

Foi difícil dar esse passo. Uma coisa é fantasiar, imaginar fazer sexo com parceiro diferente. Ficar nua na frente de um homem estranho, que você mal conhece. E mais, deixar ele meter em você. Te comer de verdade.

É meio surreal, como estivesse sonhando. Na primeira vez, fui meio forçada e durante dias, persistiu uma estranha sensação de insegurança. Todavia, depois daquilo, a coisa melhorou na cama, com meu marido querendo transas seguidas, bem mais taradinho.

Para mim foi um retorno ao tempo de sedução, conquistas. Andava meio desleixada, por já ter o homem que queria, ocupada com as tarefas de mãe e dona de casa.

Me incluí nas prioridades, cuidando da aparência, malhando em academia, frequentando salão de beleza, comprando roupas jovens e sensuais, me arrumando mesmo quando em casa, recuperando o brilho de outrora, outra vez bonita, desejável, mulher!

Descobri que adorava me exibir a garotões jovens, viris. Com dificuldade em achar pessoas interessantes, passamos a sair mais e eu, sempre que podia, paquerava os rapazes, quando estávamos na Capital, distante 87 km. da nossa cidade.

Carlos que notou isso, em nossas transas, falava nesses meninos. Ele tem um time de futebol amador, patrocinado pela nossa loja e certa vez, mostrou a foto do time e falando:

- Val, cê viu essa gurizada no ultimo jogo? Só faltava te comer com os olhos! Já pensou se te vissem assim, uma loirona gostosa, só de calcinha e sutiã? Olhando pra essas pernas gostosonas, hein? Os caras iam enlouquecer. Era punheta que não acabava mais!

Dei uma risada e provoquei brincando:

- Só ver não tem graça. Eles se masturbando seria um desperdício de gala. Tinha que experimentar o pau de todos eles, amor...

Carlos gostou da sugestão, já mostrando o entusiasmo que eu conhecia bem:

- Aí ia ter até briga, pelo lugar na fila. Os moleques iam ficar doidos para te comer! E sabe quando eles vão meter numa deusa como você? Sabe quando? Só sonhando! Boceta tem aos montes por aí, mas gostosa como a sua...

No jogo seguinte, fui com blusa decotada, mini saia e sandália de salto alto. Quando o jogo acabou, fui até o vestiário, à ¨procura¨ do meu marido. Minha entrada causou agitação e frenesi. O cheiro de suor e cânfora era forte. Alguns rapazes estavam só de cuecas, outros totalmente pelados. Todos ocultando suas ¨ferramentas¨ e eu agindo com naturalidade, pedindo ao meu marido a chave do nosso carro.

Essa visita inesperada ao vestiário, mexeu com a libido de todos. Dos atletas e a minha também. Naquela noite, meu marido estava tão excitado que deu duas, quase em seguida, enquanto imaginávamos eu sendo devorada pelo time inteiro, com os onze me penetrando em todos buraquinhos. Tive orgasmos incríveis.

Não sei se eu aguentaria, porém, a ideia era só fantasia mesmo. Conversa para apimentar nossa relação. Somos bem conhecidos onde moramos e já pensou se acontecesse de verdade e alguém desse com a língua nos dentes? Teríamos que mudar dali! Além disso, quando dei umazinha com outro, meu marido ficara meio enciumado.

Tinha me esquecido do assunto, até o dia que Carlos me chamou no computador. O safado tinha criado um perfil no Badoo em meu nome e fotos minhas. Como se a gente morasse na Capital e ¨eu¨, procurasse homens entre 18 a 21 anos para ¨amizade picante¨.

Fiquei meio chateada, mas, meu marido, todo animado, ia passando as fotos dos meninos, perguntando se eu tinha gostado. E eu ia respondendo o ¨sim, não e talvez¨. Fora uma chuva de mensagens e gente visitando meu perfil. Aprovei uns quinze. Minha participação acabou aí.

Carlos, enviou mensagens a todos eles, falando com cada um, como se fosse eu. Contou também da nossa chácara, que tem piscina e campo de futebol. Mandou fotos minhas e convidou todos para um churrasco no domingo onde poderíamos ¨nos¨ conhecer.

Meu marido é muito determinado. Quando quer algo vai até o fim. Talvez por isso seja um empresário bem sucedido. E no domingo marcado, fomos só nós dois. Ele sabia que nossas filhas adolescentes detestavam ir para a chácara, ao contrário de quando eram crianças.

Nossa chácara fica ao pé da serra, a 500 metros de uma estação de trem. Enquanto eu organizava o churrasco, Carlos foi buscar os rapazes. Achei que eles estranhariam e ninguém aceitariam o ¨meu¨ convite. Mas para minha surpresa, meu marido chegou com alguns garotos.

No fundo, no fundo, eu estava na expectativa. Imaginava que seria uma deliciosa sessão de exibicionismo. Além de curiosa em ver como ia terminar aquilo. Tinha colocado um conjunto de lingerie sensual, corpete, meias com cinta liga, vestido tubinho bem curto.

Só o óculos de sol combinava com lazer ao ar livre, pois, cabelos arrumados, maquiagem e sandálias de salto alto, destoavam do ambiente. Loira, 1,67m, 36 anos, com cintura e popozuda, me sentia ¨vestida para matar¨.

No almoço regado a cerveja, a besteira rolou solta. As únicas mulheres eram eu e Dona Lurdes, a esposa do seu José, o caseiro. Fizemos uma limpeza grossa e Carlos dispensou Dona Lurdes e Seu José.

O churrasco serviu para nos conhecermos melhor. Eu discretamente, avaliando os meninos e o tamanho dos ¨aparelhos¨, já sentindo a umidade na área VIP. Os rapazes intrigados, tentando entender qual era a minha, ou melhor, qual era a nossa, eu e Carlos.

Gostei de um loirinho magro, lindo de rosto e de outro, um moreno, um pouco mais baixo, com rostinho infantil e franja imitando o Justin Bierber, ídolo das minhas filhas. Havia um outro, de cor bem escura que parecia bem dotado. Por mim, ficaria com os três.

Fomos então para a piscina. Como nenhum deles tinha trazido calção de banho, o sacana do Carlos, tirou toda a roupa e falou que poderiam entrar pelados na piscina. Os mais atirados seguiram e de dentro da piscina, instigavam os mais recatados, chamando-os de medrosos, bundões e o coro do ¨tira, tira, tira, tira¨ acabou predominando e logo, nossa piscina tinha virado praia de nudistas.

Cheguei vestida e fui recepcionada como a estrela da festa. Carlos começou a instigar os outros e logo, todos, sem qualquer pudor, gritavam o coro do ¨tira, tira¨. Se por um lado, eu estava meio envergonhada com a situação, por outro, aquilo me excitava. Meio desajeitada, tentei um stripease.

Depois, só de calcinha fio dental, sutiã tipo espartilho azul petróleo, cinta liga e sandália alta da mesma cor, desfilei em volta da piscina. Olhei cada um nos olhos, sentindo o desejo e tesão por mim. O melzinho na boceta, ensopava a calcinha. Excitada, totalmente no clima, tirei a roupa íntima de forma mais sensual possível. Me sentia uma cadela no cio, rodeada de machos loucos para cruzar.

Meu marido se excitava, mostrando aos homens que tinha uma esposa gostosa. Para mim, o de me expor, de ser desejada por muitos, causava um prazer intenso, até então desconhecido. Os rapazes ficariam tarados e eu e meu marido, teríamos recordações excitantes para esquentar nossas transas. Só isso, pensei. Eu estava redondamente enganada.

Carlos, com o membro ereto, correu para dentro de casa, e trouxe os ¨equipamentos¨. Um colchonete, um tubo de gel e um monte de camisinhas. Me fez agachar e fazer um boquete. Em seguida retribuiu me chupando apressado. Acho que meus gritos e gemidos, deixava os meninos malucos, todos só olhando na beirada da piscina.

Seria também uma transa com plateia. Uma sessão ao vivo de sexo explícito. Era mesmo muito excitante, deixar meu marido afogar o ganso, com um monte de rapazes assistindo.

Carlos me deixou de quatro e penetrou, primeiro na perseguida e depois, com o gel preparou o anal e meteu no cuzinho. Me preocupei quando vi meu marido, fazendo sinal para os meninos se aproximarem. Gesticulando, ordenou ao primeiro a trazer a pica até minha boca.

Pelo jeito, a coisa iria além do que eu tinha imaginado. O rapaz já com o pau duro, puxou a pele para trás e não pude deixar de reparar no tamanho do cabeção. Comecei a chupar a rola, bem na hora que meu marido gozou, enchendo meu cuzinho de porra.

Me concentrei então em mamar naquela tora. Carlos saiu de mim, deu uma camisinha para outro e surpreendentemente, falou:

- Quer comer ela? Pode meter, mas, ó, só na boceta tá? Vai lá, que cê tá esperando? Vai, vai.

Dei uma olhada e vi, todos eles de pica dura, alguns até se masturbando de leve, sem acreditar na surpresa. Já tinha visto num filme uma atriz dar para vinte bem dotados, todos gozando dentro dela, um atrás do outro. Apesar do rio de esperma que escorria pelo buraco dela, poderia ser filme editado, sem ser tudo de uma só vez.

É difícil acreditar que alguém aguentaria tanto. Só que agora, era real e eu a protagonista. Sabia que meu marido era determinado, mas não aquele ponto. Torci para que a maioria apreciassem e só os mais desinibidos me fodessem. Ainda com a boca ocupada, olhei curiosa para quem seria o primeiro a meter em mim.

O rapaz, com o boneco encapado, veio, tímido e meio desconfiado. Não deu para avaliar bem o tamanho do piru. Olhou para o Carlos que assentiu com a cabeça, se ajeitou por trás e foi enfiando. Que delicia quando aquilo entrou. A estaca dura foi me penetrando devagar.

Iniciei o rebolado e o garoto acelerou as bombadas, gozando logo. Carlos mandou tirar a camisinha e despejar a gala nas minhas costas. Deu uma camisinha para outro garoto e mandou trepar. A bocetinha nessa altura estava melada com meus sumos.

O segundo já era bem mais dotado do que o anterior. Mesmo sem olhar, senti isso, a xaninha mais preenchida, os lábios arregaçados para receber a grossura maior e no comprimento, a ponta chegou mais fundo ali dentro. O garotão socava para valer, com todo fogo da mocidade, causando certo incomodo.

O rapaz que eu chupava, gozou e me fez engasgar de tanta porra. Engoli tudo e limpei a rola, até sentir ela mole e encolhida. Outro tomou o seu lugar. Quando entrou, foi um alívio sentir que não era tão dotado como o anterior.

Acho que chupei todos os falos, e nem sei quem tinha me fodido e quem não, com eles se revezando, despejando a porra nas minhas costas, nessa altura, toda melada, já escorrendo pelo rego e axilas.

Apesar da melequeira, a enfiada de um ardeu e bateu no colo do útero, provocando dores. Olhei para trás e vi que era o mulato bonito. Seu trabuco grosso ocupou todo espaço dentro da minha gruta. Sua estocadas arregaçava tudo, abrindo e esticando os lábios da fenda.

Um outro também deveria ter um pintão, porque também bateu forte lá no fundo. Já me sentia aberta ao máximo. Uma pena que não curti nem o loirinho e o sósia do Justin, quando me comeram. Era um tal de chupa, goza, mete, goza e porra e mais porra.

Cheguei a ficar fraca de tantos orgasmos. O mais próximo de orgasmos múltiplos, se é que isso é possível. Já satisfeita, pensei em parar com tudo aquilo. Queria um pausa para descansar, cansada de ficar de quatro, aguentando o peso e as metidas. Pedi para parar, não dava mais. Mas aqueles rapazes pelados com os mastros duros pediam para eu continuar.

Já nem me mexia tanto. Meus gemidos estavam quase inaudíveis. Me deixava ficar ali prostrada, aguentando os machos jovens se saciando nas minhas carnes. Só quando alguém demorava é que eu ajudava, rebolando. Depois de um tempão sendo fodida, cansada e exaurida, com a xoxotinha machucada, senti que alguém estava colocando no cuzinho. Só pude reclamar:

- Ó não, aí não!

Ele ia desistir quando com certeza, meu marido fez sinal de tudo bem. Meu cu já estava lubrificado com a porra do Carlos. Na forçada ao anelzinho, percebi que era alguém com pau grosso. Tentei relaxar ao máximo para não machucar muito. Ele empurrou a cabeçona. Não entrava e com a pressão, me sentia segura pelo quadril e empurrada para frente.

Forçou tanto que doeu quando aquilo entrou. Sentia como me abrindo ao meio. Acho que saiu até lágrimas dos meus olhos. A medida que avançava, sua vara me rasgava, causando forte ardência. Depois passou a tirar e por, de forma rápida e cadenciada aumentando a dor.

- Áiii, devagar!

Implorei. Mas o danadinho não diminuiu o ritmo, como acelerou mais até gozar. Voltei a gemer forte de novo. Foi a deixa para os meninos taradinhos atacarem meu traseiro. Mal senti o alívio pela expulsão daquele rola, outra pica dura já estava me enrabando. No começo doeu bem mais que o normal, pela falta de experiência dos garotos, muitos deles comendo um cuzinho pela primeira vez.

Eu só gemia, recebendo uma surra de ventre no popó, enquanto as toras arrombavam mais e mais o buraco de trás. Naquela altura, sentia o cuzinho meio anestesiado, de tão arregaçado. Com certeza já tinha virado um buracão, sem qualquer prega ou sinal do aro. A duras penas, rebolava e contraía os músculos da vagina ou do ânus, sugando os mastros a cada gozo.

Se estava delicioso ser comida de todo que é jeito, a certa altura, passou a ser um alivio quando sentia que a pessoa gozava, quase sempre parando de meter e só o falo pulsando dentro de mim. ¨Fim, é o ultimo¨, pensava. Mas já em seguida, entrava outro, ocupando o lugar.

O pior é que se no começo, os rapazes gozavam logo, agora demoravam bem mais para fazer a fila andar. Era surreal o que estava acontecendo. Picas de vários calibres entrando duro e saindo mole, as bolas batendo sem parar nas virilhas, e eu, nos últimos, prostrada, estava mais para boneca inflável do que um vulcão de mulher!

Para levantar, meu marido teve de ajudar. As pernas estavam amortecidas pela posição. As minhas caverninhas ardiam. Soube depois que foi o Carlos, meu marido e mais seis, dos quais só lembro os nomes de três. Teve gente que me comeu mais de duas vezes.

Quando todos desistiram e voltaram para a piscina, saciados e de pica mole, me senti a mulher maravilha, a super-fêmea. Estava exausta, dolorida, toda arrombada. A pele das costas repuxada, de tanta porra seca. E orgulhosa do meu feito.

Carlos todo feliz de eu ter satisfeito e acabado com tantos machos. No espelho do banheiro, vi refletida a minha boceta toda vermelhona, como nunca tinha visto. Não pretendo repetir a dose. Se contar meu marido, foram ao todo sete. Eu e Carlos, em nossas transas, sempre que recordamos dessa aventura, ficamos excitados demais! Com a certeza de que os rapazes também, nunca esquecerão.

A ardência dolorida durou dias, mas valeu a pena. Mesmo na velhice eles recordarão daquela orgia e principalmente de mim, Val, a ¨divina¨, como diz Carlos. Volta e meia, ele relembra quando eu, dei até deixar aquela turma toda saciada.

Pesquisando esses recordes, li que uma atriz pornô brasileira, Diana Ramos, de 35 anos, durante um salão erótico em Porto, Portugal, deu para 700 homens em 48 horas. E nem conseguia andar direito no dia seguinte.

Meu marido está querendo promover outra loucura daquela, agora com onze. Um time inteiro de futebol. Mas para desestimulá-lo, estou condicionando que seja com um time de homens maduros, com mais pegada. Será que vai acontecer?

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Comentários

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14/04/2019 13:30:30
Val você é demais, queria ser um dos garotos (rs) nota 10 Nos separamos porque tivemos que morar com os pais dela e eles eram muitos rígidos e queriam controlar nossas vidas, ela sempre tomava partido do lado deles e acabávamos brigando muito e isso acabou com o casamento Espero que você continue a ler os meus relatos, bjs Marcos
01/04/2019 07:27:51
Essa Val é Divina mesmo... Excelente.
29/03/2019 11:19:07
Muito bom.
22/03/2019 08:03:25
Conto maravilhoso,, tem vaga nesse time ai??? vc tem fotos desta
15/03/2019 09:18:08
Ótimo conto!!se precisar de conte comigo será um prazer estar entre os 11!!
08/03/2019 18:59:18
Val a delicia da molequeira, conto muito gostoso, deu tesao so de imaginar.
08/03/2019 15:36:25
Tem vaga no time de experientes???? Me interessei e excitei bastante lendo seu conto. A punheta hoje é pra vc...
04/03/2019 14:44:58
Delicia de conto.
19/02/2019 22:04:08
Val a cada conto eu consigo visualizar vc de 4 rosa cavala levando rola no cu, delicia demais
17/02/2019 10:58:25
♥ Belo conto, nota 10. Dá uma lida nos meus: EU, MINHA ESPOSA E MEU AMIGO
16/02/2019 20:01:37
Maravilhoso quero fotos
19/01/2019 15:44:14
Muito excitante seu conto Val nota 10 obrigado pela visita em meu conto ...
04/01/2019 14:07:52
Tesão de suruba, gata! Se eu estivesse lá, só ia querer meter umas quatro vezes. Você escreve bem pra caralho!
01/01/2019 13:32:28
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE É O QUINQUAGÉSIMO-OITAVO (58) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 216 VOTOS. Muito bem escrito, merece a nota máxima.
27/12/2018 20:21:09
Defintivamente Val a Divina
24/11/2018 16:41:34
Sensacional, meu sonho! Kkkkkk obrigada querida por sua visita ao meu conto, e parabens , seu conto é excelente. Nota 10 beijossss
16/11/2018 17:28:13
Oi, primeiramente obrigado pôr ter lido meu conto, segundo parabéns ao casal por se proporcionarem essas aventuras às quais com certeza relembram em algum momento, nem todo marido quê deseja ver e ouvir sua mulher rebolando e gemendo na pica de outro tem coragem e sorte de realizar tal fantasia,se eu puder ter a satisfação de receber suas fotos agradeço,
01/11/2018 16:55:52
Mesmo tendo um nome, não recordarei agora, menos ainda quem protagonizava, apenas coloquei a Fita de vídeo cassete no aparelho –Isso é antigo – e lá vinham um, dois, três, quatro, mais e mais, mais e mais. Uma fila de homens nús, masturbando, esperando para meter na atriz. Uma fita de quase duas horas só de sai um entra outro. Particularmente, a parte dessa jornada toda é assistir comtemplando a coitada da mulher com tanto homens degustando de seu corpo, fazendo a filmagem, fotografando, qual quanto nas férias na praia para mais tarde relembrar os momentosEm termos de fantasia, fantástico. Carlos realizou com sucesso o seu intento. Até mesmo Val, mera esposa, dona de casa, mãe, 1,67, 36 anos, literalmente falando, ficou “arrombada” na frente e atrásFazendo com onze, homens mais experientes, mais conscientes em buscar o prazer, adianta-se dizer que a principal consequência será a Val tendo orgasmos múltiplos ao ponto de desfalecer, abusada mesmo desmaiada, sobrando até mesmo para o coitado do marido, que terá que “boquetear” alguns não quanto ajustar outros no traseiro. Afinal, não é o arquiteto da obra? Tem que ser solidário à esposa nessas horas.
17/10/2018 08:57:38
19/09/2018 08:56:02
EXCELENTE.

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